O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) mandou soltar, no início da noite desta terça-feira , 13 das 19 pessoas presas no último sábado sob a acusação de formação de quadrilha. A decisão foi emitida pelo desembargador Siro Darlan. Seis pessoas continuam detidas, entre elas a ativista Elisa Quadros Sanzi, a Sininho. Outras nove estão foragidas.

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Na noite desta terça-feira, cerca de 500 pessoas protestaram em frente ao TJ-RJ. Os manifestantes, com cartazes (alguns deles escritos em inglês), pediam a liberação dos presos.

No último final de semana, o juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal do Rio, emitiu 26 mandados de prisão contra pessoas que, segundo a investigação policial, articularam a prática de atos violentos que seriam praticados no dia seguinte, o domingo da final da Copa. A polícia conseguiu cumprir 17 dessas ordens de prisão. Outras duas pessoas foram presas em flagrante – uma por porte de drogas e outra pela posse de uma arma sem autorização.

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Darlan alegou que, ao decretar as 26 prisões, o juiz não apresentou elementos que comprovem a necessidade de que essas pessoas permanecessem presas. Por isso ele concedeu os habeas corpus.

– Concedi todos os habeas corpus que foram apresentados. As outras pessoas (presas) não fizeram o pedido – afirmou.

Prisão de PMs

O Comando da Polícia Militar do Rio determinou na tarde desta terça a prisão administrativa de quatro policiais que participaram de operação na praça Saens Pena, na Tijuca (zona norte) no último domingo, e são acusados de agredir jornalistas e manifestantes.

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Três inquéritos policial-militares foram abertos para apurar a conduta dos policiais. Eles já receberam determinação para se apresentarem ao Batalhão de Policiamento de Grandes Eventos, onde permanecerão presos por ordem do comandante da unidade.

* Agência Brasil