Destaque da seleção brasileira na Copa do Mundo, Richarlison quase vestiu a camisa de uma equipe catarinense no início da carreira. O atacante de 25 anos realizou testes no Avaí e também no Figueirense, mas não foi aprovado.

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A revelação foi feita em 2020, em uma carta publicada no site “The Players Tribune”. Ele contou episódios da infância e o apoio que recebeu no futebol.

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No Leão da Ilha, Richarlison permaneceu por um mês antes de ser informado que não poderia ficar na Ressacada.

– Essas peneiras geralmente funcionam assim: você treina em tempo integral, dá a vida em tudo o que te pedem para fazer e no fim torce por uma proposta. A concorrência é gigante. No Avaí, era um roxo novo por dia na canela. Depois de quatro semanas no clube, fui avisado que eles não ficariam com ninguém. É… obrigado. Toda aquela dedicação para nada. O que eu posso falar? Uma baita injustiça! – disse.

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Após a negativa, ele rumou ao Estádio Orlando Scarpelli, mas não agradou a comissão técnica das categorias de base do clube alvinegro.

– Tive até de pegar chuteira emprestada de um moleque que eu conhecia no clube. E, de novo, dei a vida nos treinos. Era para eu ficar lá por uma semana. O treinador gostou de mim e pediu para eu continuar. Na fase final sobraram nove moleques disputando duas vagas. E então o Figueirense me comunicou que eu não tinha passado. De novo. E adivinha em que dia eles me avisaram? No meu aniversário de 16 anos – finalizou.

Natural de Nova Venécia, no Espírito Santo, Richarlison atuou como profissional no América-MG, Fluminense, Watfort (Inglaterra) e Everton (Inglaterra). Atualmente ele joga pelo Tottenhan.

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