Sob uma salva de palmas, o corpo de Luiz Henrique da Silveira chegou ao velório organizado no Centreventos Cau Hansen, em Joinville. Era cerca de 23h45, e familiares e autoridades políticas ocupavam a arena que, há quase 17 anos, o próprio Luiz Henrique foi o responsável por inaugurar.

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A figura sempre imponente do político agora era coberta pela bandeira do partido que foi sua sigla durante toda a carreira política, o PMDB, e pela bandeira de Santa Catarina. A Guarda de Honra foi chamada para escoltar o caixão, honraria só concedida a grandes autoridades e a figuras importantes da sociedade.

Ao lado do caixão, a viúva Ivete Appel da Silveira e os filhos, Claudio e Márcia estavam reunidos e, bastante abalados, consolavam-se entre eles e com familiares. Apenas Claudio conversou com a imprensa, e contou ter passado o sábado com o pai em Itapema.

– Ele estava ótimo. Hoje, quando liguei para a minha mãe, ela já estava assustada, já estava acontecendo. Eu peguei a estrada imediatamente – contou ele – Quem nos deixa não é o senador, mas sim um pai e o avô dos meus filhos, meu melhor amigo.

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Entre as 23h30 e a 1h30, pelo menos 200 pessoas passaram pelo velório para a úlima despedida do político. Foi neste horário que as portas do Centreventos se abriram para que também a comunidade tivesse acesso ao velório.

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