O Brasil fez a 7ª participação do triatlo em Jogos Olímpicos em Paris 2024. Antes desta edição das Olimpíadas, conversei com Marcelo Ortiz, técnico dos triatletas Miguel Hidalgo e Djenyfer Arnold, que falou sobre as expectativas sobre o nosso time brasileiro. 

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Conheça os atletas catarinenses com vaga nas Paralimpíadas de Paris 2024

— É a primeira vez que a gente chega em Jogos Olímpicos com chances reais de fazer o melhor resultado do Brasil na história e também lutar por uma medalha olímpica — afirmou Marcelo Ortiz, antes das competições em Paris.

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Confirmação da expectativa do triatlo nos Jogos Olímpicos

E ele estava certo! Foi a primeira vez que alcançamos um 10º lugar e foi com Miguel Hidalgo, no individual masculino. Conquistamos a 8ª posição no revezamento misto, modalidade que teve a segunda aparição em Jogos e foi a primeira vez que o Brasil disputou. 

— Cheguei em Paris cheio de sonhos, confiante e acreditando no nosso trabalho. Eu saio daqui com tudo isso fortalecido, e muito mais combustível. Terminei as provas com uma gratidão enorme por ter entregado tudo o que eu tinha, por ter abraçado e amado a pressão que só os Jogos Olímpicos proporcionam, e ter tido a clareza de pensamento para executar o meu trabalho — relatou Miguel Hidalgo nas redes sociais.

Nossas duas triatletas Djenyfer Arnold e Vittoria Lopes conquistaram a 20ª e 25ª colocação no individual feminino, respectivamente. O resultado se tornou a segunda e terceira melhor posição do Brasil nesta modalidade desde Sydney 2000, quando Sandra Soldan fechou a prova no 11º lugar. 

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—Quando você é atleta, o maior sonho é ir para uma Olimpíada e ser uma atleta Olímpica. Conquistar isso é o ápice de todo atleta de alto rendimento — avaliou a catarinense Djenyfer Arnold.

Pode parecer pouco aos olhos de quem não entende a dimensão do que as Olimpíadas representam, mas afirmo de forma convicta: NÃO É! 

Miguel Hidalgo, Djenyfer Arnold, Manoel Messias e Vittoria Lopes fizeram bonito em Paris, mostraram o quanto nosso país consegue sim estar em evolução na modalidade mesmo com o baixo incentivo financeiro se comparado às demais nacionalidades. 

O mérito é deles, do quarteto que vestiu a camisa, bateu no peito e doou tudo o que tinham em solo Francês. O mérito também é de cada membro da equipe técnica que auxilia estes atletas a alcançarem grandes marcas. 

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Estamos no caminho, temos força e ambição de alcançarmos lugares ainda mais altos, afinal, já mostramos isso! O gosto de “quero mais” ficou aos nossos quatro triatletas e isso só vai dar ainda mais garra para chegarmos em Los Angeles 2028 com sangue no olho para escrevermos ainda mais história.

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