O Avaí completou 100 anos no dia 1º de setembro e em homenagem a NSC convocou o torcedor avaiano para escalar a seleção com os melhores jogadores do Leão da Ilha neste período. Mais de 115 mil internautas votaram nos melhores em cada posição. Após votação popular no ge.globo.com/sc, o time dos sonhos do torcedor tem a seguinte escalação:
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Goleiro
- Adolfinho: Ícone da história do clube e uma carreira inteira dedicada ao Avaí. Foi tetracampeão catarinense em 1942, 1943, 1944 e 1945. Adolfinho morreu em 2011, em Florianópolis.
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Lateral-direito
- Cedenyr: Importante personagem da história avaiana na década de 90. Natural de Florianópolis e revelado pelo próprio Avaí. Foi campeão da Copa Santa Catarina de 1995, diante do Joinville, no Norte do estado, Campeonato Catarinense (1997) e Série C (1998). – Para o lateral, o Avaí nunca foi um time de muita técnica. Para ele, a história do clube ensinava que quando o Leão da Ilha precisava mostrar sua superioridade diante dos adversários, o fazia com pegada, raça e gana (O Time da Raça – Almanaque de 90 anos).
Lateral-esquerdo
- Orivaldo: Natural de Florianópolis, é o jogador que mais vezes vestiu a camisa azurra na história com 413 jogos. Titular da equipe nos títulos estaduais de 1973 e 1975. Também atuou no histórico jogo contra o Santos de Pelé, em 1972.
Zagueiros
- Emerson: 155 partidas, 27 gols marcados, acesso à Série A do Brasileiro e bicampeão estadual entre 2009 e 2010. Em 2008, o zagueiro trocou o Sertãozinho-SP pelo Avaí para iniciar bonita trajetória no estádio da Ressacada. Símbolo de profissionalismo e respeito ao clube, ganhou bandeira da torcida e marcou nome na história da instituição.
- Deodato: Natural de Florianópolis, defendeu azul e branco entre 1965 e 1972. Antes de chegar ao Avaí, atuou por clubes amadores da cidade, como o São Pedro, do bairro Costeira do Pirajubaé. – Zagueiro alto, vigoroso e raçudo, tinha tudo o que torcida azurra exigia para se tornar um ídolo (O Time da Raça – Almanaque de 90 anos).
Meias
- Marquinhos: Um dos maiores ídolos da história da instituição. Estreou em março de 1999, aos 17 anos. Entre idas e vindas, chegou para marcar de vez o nome na história do clube em 2008. Foi protagonista no acesso à Série A, no título estadual do ano seguinte e na campanha do Leão no Brasileiro do mesmo ano. Conquistou acessos também em 2014, 2016 e 2018. Avaiano e autêntico, nunca escondeu o amor pelo Avaí, clube do coração desde a infância. É o maior artilheiro do estádio da Ressacada. Encerrou a carreira em 2019 e é atualmente coordenador técnico.
- Cavallazzi: Apesar da baixa estatura, se destacou pela boa qualidade técnica. É o terceiro maior artilheiro da história do clube com 101 gols marcados em 235 jogos, atrás apenas de Saul e Nizeta.
- Flávio Roberto: Chegou ao Avaí em 1984, aos 23 anos, e atuou até 1989. Foi um dos protagonistas na conquista do Campeonato Catarinense de 1988 sobre o Blumenau, na Ressacada.
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Atacantes:
- Evando: Ídolo de uma geração de avaianos. Chegou em 2004 e caiu nas graças do torcedor. Fez chover na campanha do acesso em 2008 e foi um dos protagonistas do time no título estadual de 2009, conquista histórica por encerrar jejum de 11 anos. – Se o Avaí é o time que “faz coisa”, poucas vezes se viu um atleta que resumia tão bem essa máxima avaiana quanto Evando, o Iluminado. Fez gol de vento Sul, de bicicleta, após matar no peito, de fora da área, gol espírita, bola quicando devagar em direção ao gol, de cabeça, de bico, de todas as formas. Até gol de acesso, em 2008 (O Time da Raça – Almanaque de 90 anos).
- Décio Antônio: O atacante chegou ao Avaí em outubro de 1983 e marcou época pelo estilo aguerrido e pelos gols marcados. Com 54 gols anotados, é o segundo maior artilheiro do estádio da Ressacada. Após destaque no time de Florianópolis, foi negociado com o futebol português em 1987. – Trombador, rompedor de defesas, sempre no lugar certo nas horas incertas (O Time da Raça – Almanaque de 90 anos).
- Dão: Ídolo de uma geração de avaianos, foi decisivo em momentos importantes do clube na década de 90. Chegou ao Leão em 1997 e foi campeão estadual em cima do Tubarão. No ano seguinte, um dos protagonistas do título da Série C. Em 1999, marcou dois gols no confronto diante do Figueirense pela Copa do Brasil. Foram 152 jogos e 60 gols marcados.
Técnico
- José Amorim: Natural de Biguaçu, foi jogador e treinador, mas teve papel importante em outras funções, especialmente em momentos de dificuldades financeiras do clube.– Um torcedor abnegado que lutou para a manutenção da existência do clube (O Time da Raça – Almanaque de 90 anos).
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