Há sete anos era lançado o Switch, o videogame híbrido que levou a empresa novamente à lista dos mais vendidos com os consoles de mesa, depois do pouco sucesso do Wii U. No ocidente, ele ainda foi lançado com um novo The Legend of Zelda.
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Eu me lembro até hoje do dia que comprei o meu Switch. A decisão foi fácil porque queria jogar o novo Zelda no console novo, que tinha performance melhor, conforme diziam todos os sites especializados na época.
Não sei como roda Zelda: Breath of the Wild no Wii U, mas passei muitos meses jogando no Switch. Começando a vida de um console com a minha série favorita dos games realmente tornou tudo mais mágico.

Olhando para trás, a biblioteca desse videogame realmente mostra o sucesso dele. Tem muitos e muitos jogos, muito apoio de diversos estúdios. Isso foi um problema durante o Wii U, que, na prática, virou uma máquina para rodar títulos apenas da Nintendo.
Desta vez, os estúdios voltaram com força para a casa do Super Mario. Se no Nintendo 64 os jogadores contavam mais com a Rare e no Gamecube a Capcom deixou, por fim, de lado a exclusividade que o videogame tinha com a franquia Resident Evil, todo mundo veio para o Switch.
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O sucesso no Japão é inquestionável. O país que nós associamos demais com games está cada vez mais vidrado em jogar de forma portátil. E isso traz uma enorme vantagem para a Nintendo em relação aos outros consoles.
Confesso que não uso muito a opção portátil do Switch. Eu nunca fui muito fã de levar o videogame por aí. Acabo prestando bem menos atenção e, consequentemente, não jogando muito bem. Prefiro estar sentada em frente à TV.

Mas usei o modo portátil para jogar o Plague Inc, jogo que foi irresistível não comprar durante a pandemia.
Aliás, o fato de a galera ficar presa em casa trouxe um boom no interesse por videogames, e com o Nintendo Switch não foi diferente. Aliás, um jogo em particular foi lançado e conquistou o coração de muita gente que procurava uma forma de passar o tempo com mais fofura e alegria.
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Animal Crossing: New Horizons vendeu 44,79 milhões de cópias até 31 de dezembro de 2023, segundo dados da própria Nintendo. Só não fez mais sucesso do que Mario Kart 8 Deluxe, com suas exorbitantes 60,58 milhões de cópias vendidas.
Se a gente ainda fala de números, o próprio Nintendo Switch também fez muito sucesso. Foram 139,36 milhões de cópias até 31 de dezembro de 2023, ultrapassando o PS4. Atualmente, é o terceiro videogame mais vendido da história, atrás apenas do Nintendo DS e do campeão PS2.
Mas a história do Switch não é apenas de glórias. O joy-con, aquele controle que vem com o videogame, deu dor de cabeça para a Nintendo. Nos primeiros modelos, o drift nos analógicos, quando eles começam a registrar movimentos que o jogador não está fazendo, era quase certo.
Diz a Nintendo que agora os joy-cons já vêm com um reforço contra esse problema. Os meus dois joy-cons deram drift e resolvi comprar um pro controller, até para poder jogar de forma mais confortável.
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Agora o videogame já está velhinho. Apesar de receber muitos títulos de peso, e até ports do Witcher 3 e Hogwarts Legacy, o Switch já se mostra uma máquina aquém dos jogos atuais. Será que já está na hora de ele se aposentar?
Dizem os rumores que o sucessor dele chegará no próximo ano. Torço para que ele continue no estilo híbrido, que a galera tanto gostou. E que, como a Nintendo é a minha favorita entre as três empresas de games que fazer videogames, que o Switch 2 tenha tanto ou mais sucesso que seu irmão mais novo!