O filme “Alegria do Amor” estreia nos cinemas nesta quinta-feira (6). O longa, que teve parte das gravações em Santa Catarina, também conta com um elenco repleto de catarinenses. O filme recebeu o prêmio de Melhor Longa Nacional por votação do público, em 2024, no Festival MixBrasil de Cultura e Diversidade.
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A obra é dirigida por Marcia Paraiso e conta com atrizes reconhecidas da dramaturgia brasileira, como Renata Gaspar, Wallie Ruy, Sandra Corveloni, Zezita Matos e Suely Franco. A trama aborda desde questões agrárias e território quilombola, até o universo LGBTQIA+. (Confira a sinopse do filme abaixo)
— Esse filme foi um presente. Conhecer esse lugar e as pessoas que conheci pra poder contar essa história foi um grande aprendizado, além das amizades que vou levar pra sempre. Acho que a alegria do amor são os encontros que a vida nos proporciona, são esses espelhos que vão aparecendo na nossa frente para nos lembrarmos de quem somos e não nos esquecermos de sorrir — explica Renata Gaspar, atriz que interpreta Dulce.
“Alegria do Amor” teve a primeira exibição em Portugal, no Festival Itinerante da Língua Portuguesa – Festin Lisboa 2024. No Brasil, foi exibido na programação competitiva da 32ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura e Diversidade, que aconteceu em São Paulo entre 13 e 26 de novembro de 2024. Na ocasião, o filme foi eleito o Melhor Longa Nacional por votação do público.
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Em Santa Catarina, o filme foi exibido no Transforma – Festival Internacional de Cinema da Diversidade de Santa Catarina , de 7 a 18 de dezembro de 2024. A produção do filme afirma que, em coerência com a própria temática e proposta narrativa, “Alegria do Amor” possui 70% de sua equipe técnica declaradamente LGBTQIAP+, e agrega profissionais de distintas regiões do Brasil.
— É um filme ficcional com um conteúdo muito brasileiro, com um roteiro bastante original, que busca tratar a dramaturgia de um universo muito pouco trabalhado na cinematografia brasileira. Inicialmente, é o mundo sertanejo, um isolamento que persiste, a vida comunitária, a precariedade da escola e a fé, um misto de catolicismo popular com religiões de matriz africana, universo rico de culturas, crenças e formas de resistir em uma terra conquistada com luta e persistência — afirma a diretora do longa, Marcia Paraiso.
Sinopse da obra
“Em um quilombo no sertão do Ceará, Dulce é testemunha ocular do assassinato do seu companheiro, Davi, executado por jagunços a mando de uma empresa mineradora estrangeira. Ameaçada, Dulce vai para São Paulo, onde dá voz ao crime ocorrido e denuncia o envolvimento da multinacional, com o apoio de ONGs e advogados.
Órfã e criada em uma missão de irmãs, Dulce é procurada em São Paulo por Beatriz, que revela ser sua mãe. Abandonada quando bebê, ela descobre ainda que tinha um irmão gêmeo, hoje a irmã Marisa, dona de um karaokê com espírito de “refúgio” que reúne um público LGBTQIAP+, um universo absolutamente novo para Dulce.
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Dulce e Marisa cobram de Beatriz revelações sobre o pai desconhecido e partem agora juntas, de volta ao sertão, com duas missões: celebrar a vitória do território quilombola e encontrar o pai que jamais soube da existência das filhas”.
Veja fotos de “Alegria do Amor”
*Sob supervisão de Luana Amorim
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