O Procon de Florianópolis fiscalizou nesta sexta-feira (1º) seis farmácias, para prestarem esclarecimentos sobre os preços de repelentes. Foram solicitadas notas fiscais de compra e venda, e fiscais do órgão analisaram a composição dos preços, para verificar se houve aumento sem justa causa dos itens.

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Alexandre Farias Luz, diretor do Procon da Capital, afirma que foram mais de 100 denúncias sobre os supostos aumentos indevidos nos preços destes itens. Conforme as denúncias, o preço dos repelentes teria até triplicado.

As seis maiores redes de farmácias da Capital foram notificadas, e devem enviar documentos com detalhes dos valores. O prazo é de cinco dias para apresentar notas fiscais de compra e venda dos itens.

Sobre as vacinas, a Anvisa ainda estipula um preço máximo de R$ 346,66 para repasse ao consumidor. Caso as farmácias vendam os imunizantes acima deste valor, podem ser até multadas, explica o diretor do Procon. Até agora, ninguém foi multado.

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