Morreu nesta sexta-feira (7) Fabrício Koerich, de 42 anos, pai de Daian Koerich, o rapaz de 19 anos que morreu há sete meses em Balneário Camboriú. As mortes de pai e filho têm algo em comum: ambos perderam a vida enquanto trabalhavam na instalação de ar-condicionado.

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Fabrício era conhecido como Gato Preto em Taió e região, onde morava. Casado e pai de outras duas meninas além de Daian, atuava no conserto e manutenção de aparelhos de ar-condicionado. Na tarde de sexta, estava em um imóvel em Laurentino a trabalho. O cliente relatou aos bombeiros militares que o homem teria passado mal e caído de uma altura de três metros.

A testemunha tentou fazer massagem cardíaca até a chegada da equipe, que continuou os procedimentos de reanimação com a ajuda do Samu, mas sem sucesso. Depois de 40 minutos de protocolo, o óbito foi confirmado.

Em junho do ano passado, o filho de Fabrício caiu da mesma altura, mas por outro motivo. No caso do jovem, uma explosão do compressor de ar do aparelho causou a queda dele de cerca de três metros.
Com um grande ferimento no rosto, o garoto não resistiu e teve a morte constatada no prédio onde realizava o serviço junto com o pai, em Balneário Camboriú.

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À época, Fabrício contou que estava dentro do apartamento e ouviu o barulho. Ao sair para ver o que havia acontecido, encontrou o filho caído na área externa.

Assim como foi com Daian, Fabrício está sendo velado na Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Braço do Trombudo. A cerimônia de despedida está marcada para as 13h30min e, depois, o sepultamento será no cemitério católico Cristo Rei, em Taió.

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