As Olímpiadas de Paris começaram. Com a saída de Darlan Romani dos Jogos, por conta de uma hérnia de disco, Santa Catarina terá 11 atletas na competição. Um número menor de representantes do que em Tóquio, quando 16 nomes do Estado competiram no maior evento esportivo do mundo.

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Mas, afinal, algum atleta catarinense tem chance de voltar pra casa com medalha no peito?
Em Tóquio, Rosamaria conquistou a prata com a Seleção Feminina de vôlei, e Pedro Barros também ficou com o segundo lugar, estreando no skate park.

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Acompanhei o ciclo olímpico da maioria dos atletas catarinenses que estão em Paris. E, já adianto, os atletas de Santa Catarina têm sim chance de voltar para casa com medalhas. Vamos à análise de cada um deles:

Rosamaria – vôlei feminino

O vôlei feminino brasileiro sempre entra nos Jogos Olímpicos brigando por medalha. O último desafio antes de Paris não foi dos melhores – quarto lugar na Liga das Nações. O grupo brasileiro terá um desafio gigante já de cara em grupo com Polônia, Japão e Quênia. Rosamaria ganhou protagonismo na Seleção. Se em Tóquio ela foi reserva na campanha da prata, em Paris tem tudo para ser protagonista do grupo de Zé Roberto Guimarães.

Pedro Barros – Skate Park

Pedro Barros é uma lenda no skate park. Uma vida dedicada à modalidade. Ele continua como candidato a uma medalha olímpica, feito que conquistou em Tóquio, com uma prata emocionante. O problema de Pedro é que os adversários cresceram muito no último ciclo. Os parceiros de Seleção, Augusto Akio e Luigi Cini também entram nessa disputa.

Pedro terminou em nono no ranking mundial nos torneios pré-olímpicos. O melhor resultado depois de Tóquio foi um terceiro lugar no Mundial de Sharjah, em 2022. Antes de embarcar para Paris, Pedro também conquistou um terceiro lugar nos X-Games nos Estados Unidos.

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Fotos: conheça Raquel Kochhann, catarinense porta-bandeiras da delegação brasileira em Paris


Isadora Pacheco – Skate Park

A evolução de Isadora no skate é absurda. Em Tóquio, foi coadjuvante, eliminada na primeira bateria. Mas, Isa cresceu muito neste ciclo olímpico. Terminou a corrida em 12ª no ranking mundial por conta de competições ruins logo após as Olímpiadas de Tóquio.

Em 2023, Isa foi campeã brasileira de Skate Park. E no Mundial de Shangai, em maio deste ano, ficou com o quarto lugar. Para conquistar uma medalha, Isadora terá que estar em um dia perfeito. Precisará competir no limite físico e mental para surpreender.

E os demais?

Os outros atletas catarinenses nas Olímpiadas não chegam como favoritos a medalhas. Mas, podem surpreender. Tainá Hinckel, por exemplo, competiu com as melhores surfistas do mundo na etapa de Saquarema da WSL, antes de embarcar para Paris e conquistou a nona posição.

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No atletismo, Eliane Martins e Matheus Correa não conseguiram o índice olímpico, entraram pelo ranking mundial de atletismo, o que dificulta uma briga por medalha. Eles vão precisar alcançar marcas que nunca conseguiram na carreira para brigar por um lugar no pódio.

No Rugby Feminino, a história de Raquel Kocchhman inspirou muita gente. Recuperada de câncer de mama, ela será a porta-bandeira da nossa delegação na abertura das Olímpiadas e também será a capitã das Yaras. Porém, o Brasil não tem tradição neste esporte e dificilmente conquistará uma medalha olímpica.

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