No esquema criminoso de coleta de lixo foram presos 16 prefeitos de cidades catarinenses nas quatro fases da operação. A estrutura envolveria funcionários e ex-funcionários que tinham funções como obter notas fiscais frias junto a empresas, separar o dinheiro em envelopes a serem enviados a políticos, além da própria negociação e do envio da propina pelo “mensageiro”.

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