Quem esteve em Florianópolis no último fim de semana presenciou disputas acirradas e eletrizantes na elite do triatlo profissional. Ter um atleta olímpico como Manoel Messias na capital catarinense disputando a prova foi de agraciar os olhos. E não só ele, foi possível ver Danilo Pimentel, André Lopes, Reinaldo Colucci, Pâmella Oliveira, Rachel Olson, Pietra Meneghini, entre outros.

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Mas essas disputas se tornaram raras em solo brasileiro. As provas de triatlo no Brasil começaram a não dar a devida valorização aos atletas profissionais. É claro que os amadores fazem o esporte criar força, mas isso não pode diminuir a importância de termos os profissionais em evidência. 

O grande ponto é que, após a pandemia, o cenário no Brasil começou a preocupar. Poucas provas no calendário, menos ainda com disputas da elite o que, de certa forma, acabou enfraquecendo a modalidade. 

Um rumo diferente começou a ser tomado por quem sentiu na pele toda essa mudança e, podemos dizer, que o desenrolar da história foi muito positivo. 

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Uma das maiores marcas em questão de provas de triatlo, o Ironman, anunciou nesta terça-feira (26), que todas as seis provas do circuito no Brasil vão ter categoria profissional nos próximos cinco anos. Com uma premiação atrativa, o Instituto Arjon vai destinar 850 mil reais por ano para a elite. Além de, todas as etapas ter em disputa vagas aos mundiais, no mínimo dois masculinos e dois femininos. 

Outra novidade é que o Brasil volta a ter o Campeonato Sul-americano da meia distância, conhecido como 70.3, a partir de 2025, e vai ser disputado na etapa de Florianópolis, em outubro, e vai ter a maior premiação do circuito mundial.

O atual bicampeão do Ironman Brasil Florianópolis, Reinaldo Colucci, junto com Thiago Vinhal e André Lopes, brasileiro que vive e compete nos Estados Unidos, foram alguns dos pilares para mudar esse rumo do triatlo profissional no Brasil.

– Trata-se de uma mudança de página no cenário dos profissionais. Sabemos que a maior dificuldade tem sido a continuidade das provas e esse projeto de cinco anos dá um novo alento e tem tudo para revelar novos valores para o país – falou Reinaldo Colucci.

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Uma nova fase vai começar a ser escrita no triatlo brasileiro, a valorização dos profissionais vai engrandecer ainda mais a modalidade aos amadores. Um movimento que vai voltar a fazer com que jovens atletas queiram e sonhem em ter o esporte como profissão. 

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