Diariamente, seja pelo rádio, pela televisão, pelo portal de notícias, pela edição impressa ou pelas redes sociais, a NSC Comunicação faz parte do cotidiano de Santa Catarina. Por isso, neste 1º de maio, dia em que são comemorados os 45 anos de história, decidimos celebrar as histórias das pessoas que, também no dia a dia, transformam o nosso Estado. Aqueles que no meio da rotina, de fato, fazem como ninguém faz.

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Por isso, selecionamos relatos de leitores e telespectadores, de colaboradores que trabalham na NSC Comunicação, em suas diferentes áreas, ou daqueles que olham para a instituição como “um sonho a ser realizado”. Ao longo desta reportagem, essas serão as histórias que iremos destacar e dar voz, buscando que juntas elas sejam uma representação de como a NSC Comunicação busca também, cada vez mais, valorizar o a prosperidade e a força do Estado.

Em Florianópolis, a história de quem faz acontecer a safra da tainha

Quando falamos de Florianópolis, pode ser que o gosto de um bom pescado faça parte das suas lembranças. Ou quem sabe, aquela paisagem magnifícia das diferentes praias da Ilha de Santa Catarina. A combinação entre a pesca e a praia foi, justamente, a rotina diária do pescador Aldo de Souza, de 84 anos. Todos eles vividos em Santa Catarina, na Capital do Estado.

Para ele, o amor pelo solo catarinense transforma-se quase que em uma reafirmação da força do trabalhador do Estado, independente do tamanho territorial. Dos 27 estados do Brasil, por exemplo, a área de Santa Catarina só é maior do que sete deles. E a comparação com o tamanho serva, para o pescador, para reconhecer importância dos trabalhadores do setor para o desenvolvimento contínuo da economia.

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“Para mim, Santa Catarina é tudo. Aqui tem um povo trabalhador, tanto os que nasceram, quando os que vieram para cá. Por isso, o nosso Estado até pode ser pequeno, mas é perfeito. Aqui tem gente trabalhadora, honesta. Santa Catarina é tudo, é o meu coração”, comentou o pescador natural de Florianópolis e que até hoje representa a relevância da safra da tainha.

De Manaus para Blumenau, em busca de uma vida melhor

Pelas ruas de Blumenau, não é difícil encontrar pessoas que não nasceram em Santa Catarina, mas que escolheram esse Estado para chamar de “seu”. Essa é a história de Victor Neres, que saiu de Manaus, no Amazonas, em busca da qualidade de vida catarinense tão falada e promovida por amigos e familiares. Antes de chegar por aqui, ouviu os relatos de prosperidade de outros colegas que já estavam por aqui e começou a planejar a chegada.

O dia da mudança chegou há três anos, quando ele recebeu uma oportunidade de emprego e decidiu viajar os mais de 4.200 quilômetros da cidade amazonense até a cidade catarinense. “Eu meti a cara, recebi essa proposta e vim. E para mim, não tem Estado melhor”, disse ao ser questionado sobre os motivos que o fizeram escolher morar aqui. Como chef pizzaiolo, Victor agora constrói a vida por Santa Catarina, ao lado de outros “quase-catarinenses”, que decidiram fazer uma grande viagem em busca de um cotidiano mais seguro, com mais emprego e mais infra-estrutura, por exemplo.

De ídolos a colegas, a história de quem faz Joinville acontecer

Quando o assunto é jornalismo, logo a NSC Comunicação aparece na mente, na rotina, ou na fala da comunidade de Santa Catarina. Mas, para o estudante de jornalismo, Vinícius Toffoli, a NSC aparece nas memórias mais simples da infância. Foi ao assistir o Jornal do Almoço, junto com a família, que o desejo de ser jornalista – e quem sabe um colega de seus ídoles – foi consolidado.

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De Fraiburgo, no interior do Estado, Vinícius mudou-se para Joinville por conta da graduação em jornalismo. Deixou a família, mas carregou consigo aquela memória afetiva de sentar em frente à televisão e ligar o telejornal no horário da refeição mais importante para os brasileiros. Então, quando recebeu a chance de fazer estágio no NSC Total, não pensou duas vezes: “Quando chegou a proposta, eu já aceitei. É um sonho para mim todos os dias entrar e ver todos esses jornalistas renomados, queridos, alegres”, respondeu ao ser perguntado sobre a sensação de trabalhar na redação.

E o reconhecimento dele não para somente na convivência, para o estudante de 21 anos o diferencial da NSC é em contar histórias com credibilidade e relevância. Por isso, destaca que a redação funcionou quase como uma segunda “escola” de jornalismo. Depois de formando, ele complementa que pretende tornar-se um dos “craques” que a NSC revelou, assim como Laine Valgas, Raphael Faraco ou Duda Dalponte, jornalistas que são referência para ele.

Confira as imagens dos entrevistados da reportagem na galeria

*Esta reportagem é uma produção colaborativa das redações de Florianópolis, Blumenau e Joinville. Em Florianópolis, a reportagem e produção é de Carolina Marasco, Mariana Barcellos e Lucas Amorelli. Em Blumenau, as imagens são de Luiz Carlos de Souza, Thiago Habeck e Adriano Da Nahaia. A produção foi de Felipe Sales, Ana Cristina Machado e Morgana Fernandes. Em Joinville, Leandro Marcos é o responsável pela apuração e produção.

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