A mulher que estava acamada e morreu após o apartamento onde ela estava ter sido atingido por um incêndio foi identificada como Maria de Lourdes da Silva, de 50 anos. Ela morava com outras pessoas no prédio localizado na rua Carmem Miranda, mas estaria sozinha em casa quando o fogo iniciou, por volta das 14h50min, na terça-feira (8). 

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A mulher que estava no local era acamada e tinha dificuldade de locomoção. Segundo a polícia, Maria de Lourdes possuía responsáveis pelos cuidados, mas estava sozinha no momento do incêndio. Conforme informações dos Bombeiros Voluntários de Joinville, o apartamento que foi atingido pelas chamas fica no primeiro andar, de quatro no total. 

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Ao notarem o fogo, vizinhos tentaram combater o incêndio. Em seguida, os bombeiros foram chamados. Para Elisandro Lotin de Souza, que é policial militar aposentado e morador do prédio, a atuação inicial do grupo ajudou a evitar uma tragédia ainda maior.

— Eu sou vizinho do lado, então de imediato, quando vi os vizinhos gritando, me chamaram ali, a gente veio e fez o primeiro enfrentamento contra o incêndio, justamente para as chamas não se propagarem e acabarem atingindo outros apartamentos. Até porque, se a gente não tivesse chegado no local, o incêndio teria, com certeza, se espalhado e o prédio todo, possivelmente, estaria comprometido — destaca o PM aposentado.

Além de Maria de Lourdes, que estava dentro do apartamento incendiado, outros vizinhos ficaram feridos na ocorrência. Dois homens, uma mulher e um bebê, moradores de outros apartamentos, precisaram de atendimento médico após inalarem fumaça. 

Após ser retirado do apartamento, o corpo de Maria de Lourdes foi levado pela Polícia Científica para realização de perícia. Na manhã desta quarta-feira (8) o cadáver já havia sido liberado para a família realizar o velório e sepultamento da parente. O resultado dos exames periciais devem chegar nos próximos dias.

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Investigação

Ainda na terça-feira (7), a Delegacia de Homicídios foi até o apartamento para apurar as primeiras informações sobre o incêndio. Ao g1, informou que, caso não fosse encontrado indício de crime de homicídio a ocorrência seria repassada para a delegacia responsável pela região. 

Mais tarde, ainda no mesmo dia, a DH informou que a investigação do incêndio ficaria sob responsabilidade da delegacia local. Por enquanto, a Polícia Civil trata o episódio como “morte violenta provocada por acidente doméstico resultando na morte de pessoa idosa”.

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