A atriz Gal Gadot revelou que foi diagnosticada com coágulo de sangue no cérebro durante sua última gestação. O texto publicado na rede social nesta segunda-feira (30) afirma que a atriz já está bem e curada e que ela espera ajudar mais pessoas com o alerta sobre a doença.

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A atriz, mundialmente conhecida pelo seu papel como a poderosa “Mulher Maravilha”, enfrentou momentos de fragilidade ao descobrir um coágulo de sangue no cérebro no oitavo mês da sua quarta gravidez, em fevereiro deste ano.

Veja fotos da atriz:

Em seu relato, Gadot explica que sofreu dores de cabeças terríveis durante semanas até realizar uma ressonância magnética que confirmou o diagnóstico.

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—  Corremos para o hospital e, em poucas horas, fui submetida a uma cirurgia de emergência. Minha filha, Ori, nasceu naquele momento de incerteza e medo — revela a atriz.

Ao fim, Gadot alerta sobre a importância da prevenção e diagnóstico do poblema enfrentado. 

— Eu não tinha ideia de que 3 em cada 100.000 mulheres grávidas na faixa etária acima de 30 anos são diagnosticadas com o coágulo sanguíneo no cérebro. É muito importante identificar precocemente porque é tratável. Embora raro, é uma possibilidade, e saber que existe é o primeiro passo para enfrentá-lo — explica.

Leia a publicação da atriz na íntegra:

Este ano foi um ano de desafios e reflexões profundas, e lutei para descobrir como, ou mesmo se deveria, compartilhar uma história pessoal. No final, decidi deixar meu coração me guiar. Talvez esta seja a minha forma de processar tudo, de abrir a cortina da frágil realidade por trás dos momentos curados que compartilhamos nas redes sociais. Acima de tudo, espero que, ao compartilhar, possa sensibilizar e apoiar outras pessoas que possam enfrentar algo semelhante.

Em fevereiro, durante meu oitavo mês de gravidez, fui diagnosticada com um enorme coágulo sanguíneo no cérebro. Durante semanas, sofri dores de cabeça terríveis que me confinaram na cama, até que finalmente fui submetida a uma ressonância magnética que revelou a terrível verdade. Em um momento, minha família e eu nos deparamos com o quão frágil a vida pode ser. Foi um forte lembrete de como tudo pode mudar rapidamente e, no meio de um ano difícil, tudo que eu queria era aguentar e viver.

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Corremos para o hospital e, em poucas horas, fui submetida a uma cirurgia de emergência. Minha filha, Ori, nasceu naquele momento de incerteza e medo. O nome dela, que significa “minha luz”, não foi escolhido por acaso. Antes da cirurgia, eu disse ao Jaron que quando nossa filha chegasse, ela seria a luz que me esperava no fim deste túnel. Graças a uma equipe extraordinária de médicos do @cedarssinai e a semanas de atendimento dedicado, consegui sobreviver e comecei o caminho para a recuperação. Hoje, estou totalmente curada e cheia de gratidão pela vida que me foi devolvida.

A jornada me ensinou muito. Primeiro, é vital ouvir o nosso corpo e confiar no que ele nos diz. Dor, desconforto ou mesmo mudanças sutis geralmente carregam um significado mais profundo, e estar em sintonia com seu corpo pode salvar vidas.

Em segundo lugar, a consciência é importante. Eu não tinha ideia de que 3 em cada 100.000 mulheres grávidas na faixa etária acima de 30 anos são diagnosticadas com CVT ( coágulo sanguíneo no cérebro).

É muito importante identificar precocemente porque é tratável. Embora raro, é uma possibilidade, e saber que existe é o primeiro passo para enfrentá-lo. Compartilhar isso não tem o objetivo de assustar ninguém, mas de capacitar. Se pelo menos uma pessoa se sentir obrigada a agir pela sua saúde por causa desta história, terá valido a pena compartilhá-la.

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*Sob supervisão de Vitória Hasckel

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