A Polícia Civil confirmou nesta sexta-feira (27) ter sido prorrogada a prisão temporária da esposa de Gustavo Alberto Sagaz, o empresário de 34 anos que foi achado morto nas dunas de uma praia de Florianópolis em agosto. Ela estava presa desde 22 de setembro, por suspeita de participação no crime.
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O pedido anterior de prisão tinha validade de 30 dias. Na ocasião do primeiro mandado, a mulher havia sido detida no bairro Ingleses, no Norte da Ilha, onde o empresário também morava. Em depoimento à Polícia Civil, ela negou a participação. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dela.
De acordo com o delegado Ênio Mattos, responsável pelo caso, a Polícia Civil busca outros suspeitos de envolvimento com o crime, que segue sendo apurado em sigilo. A informação é do g1 SC. Outros detalhes, como a motivação e dinâmica da ocorrência, não foram divulgados.
Sagaz ficou desaparecido por um dia, depois de ter saído para comprar uma peça de caminhão em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, segundo relatos da família. Ele trabalhava no ramo de terraplanagem. O corpo dele foi achado nas dunas da Praia do Moçambique, em Florianópolis, em 29 de agosto.
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