Os professores e servidores das escolas municipais de Palhoça, na Grande Florianópolis, entraram em greve por tempo indeterminado nesta quarta-feira (16). A categoria pede aumento do piso salarial, melhora nas estruturas da rede de ensino e, ainda, alterações na lei que rege os professores temporários.

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A decisão da paralisação ocorreu em assembleia na terça-feira. Conforme o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Palhoça (Sitrampa), desde o início de agosto os profissionais faziam pausas temporárias como reinvindicações. A discussão sobre as mudanças ocorre com a prefeitura desde fevereiro.

A categoria não contabilizou, ainda, quantos professores e servidores aderiram a greve. No entanto, ao menos 35 unidades estão com os trabalhos paralisados parcial ou totalmente.

A prefeitura de Palhoça disse em nota que não vai se pronunciar sobre o assunto. Até o momento, conforme o órgão, não houve confirmação de paralisações efetivas nos serviços e, portanto, não se sabe ainda quantas unidades estão afetadas.

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Em vídeo, o prefeito Eduardo Freccia afirmou que concedeu reajuste aos professores no início deste ano e que deve assinar um novo aumento ainda nesta terça.

— Nosso compromisso é com o professor, que através de um movimento sindicalista está trazendo prejuízo à rede de ensino. Todas as medidas administrativas e judiciais serão tomadas para que a gente possa evitar o prejuízo para a sociedade palhocense — afirmou o prefeito do município, Eduardo Freccia.

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