O envelhecimento populacional é uma realidade na maioria dos países e traz desafios em diferentes aspectos, desde políticas de saúde até à economia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de pessoas com 60 anos ou mais pode dobrar até 2050, passando de um bilhão em 2020 para mais de dois bilhões.
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Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que, em 2030, o Brasil terá, pela primeira vez, mais idosos que crianças e adolescentes com menos de 14 anos. Esse cenário provoca questionamentos sobre como a sociedade e os indivíduos podem se adaptar a essas mudanças para garantir um envelhecimento saudável.
Algumas dessas questões podem ser vistas na Nota Informativa sobre envelhecimento e direito ao cuidado, lançada ano passado pelo Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, e que traz dados do último Censo do IBGE (2022) e aborda a importância dos cuidados com a população idosa.
Segundo a Dra. Margaret Chan, diretora-geral da OMS em 2015, ano da publicação do Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde, “o envelhecimento
saudável é mais que apenas a ausência de doença. Para a maioria dos adultos maiores, a manutenção da habilidade funcional é mais importante”.
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Enquanto organizações de saúde, institutos de pesquisa, universidades e governos trabalham para criar formas de garantir um envelhecimento digno para a população, promovendo a saúde e manutenção da funcionalidade física e mental, cada indivíduo pode contribuir globalmente ao cuidar de sua própria saúde para construir uma velhice com mais qualidade de vida.
Como o envelhecimento afeta o corpo
O envelhecimento é um processo complexo e natural que impacta diversas funções do corpo humano. Com o passar dos anos, o organismo tende a sofrer alterações fisiológicas e metabólicas.
A taxa de renovação celular diminui, o que pode comprometer a capacidade do corpo de reparar tecidos danificados.
A produção de colágeno, por exemplo, é reduzida, afetando a pele e as articulações, enquanto a densidade óssea também diminui, aumentando o risco de osteoporose.
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No sistema nervoso, a perda de neurônios é gradual e pode impactar funções cognitivas, como memória e raciocínio.
Além disso, o sistema imunológico fica enfraquecido com a idade, deixando o corpo mais vulnerável a infecções e doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.
A prática de atividades físicas e uma alimentação equilibrada são recomendadas por especialistas para ajudar a atenuar esses efeitos e promover a longevidade.
5 dicas para envelhecer com saúde e disposição
A busca por uma vida longa e saudável deve ser pautada, principalmente, pela adoção de hábitos saudáveis, que podem fazer toda a diferença com o passar dos anos.
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São hábitos simples, que podem (e devem) ser incorporados no dia a dia de todas as pessoas, independentemente da idade, afinal, nunca é cedo ou tarde demais para se cuidar!
- Pratique atividade física regularmente: Os exercícios físicos ajudam a preservar a massa muscular, fortalecer os ossos e melhorar o equilíbrio, reduzindo o risco de quedas. A prática de atividades aeróbicas, como caminhada, aliada a exercícios de fortalecimento, é recomendada para ajudar no bom funcionamento do sistema cardiovascular. A atividade física regular pode retardar o envelhecimento celular, mantendo o corpo mais jovem. Alguns suplementos alimentares ajudam a dar um gás a mais nos exercícios físicos. O ginseng, por exemplo, aumenta a produção de energia celular, dando mais força e resistência durante atividades físicas. Essa raiz também favorece a função cardiorrespiratória, auxiliando na oxigenação muscular e na eliminação de substâncias tóxicas.
- Tenha uma alimentação balanceada: Uma dieta equilibrada é fundamental para a manutenção da saúde. Isso significa incluir alimentos ricos em vitaminas e minerais, como frutas, legumes, proteínas magras e grãos integrais, que têm função antioxidante e ajudam a combater os radicais livres, que aceleram o envelhecimento celular. Reduzir o consumo de alimentos processados e açúcares também é recomendado e traz benefícios em qualquer idade. Em alguns casos, o uso de suplementos de vitaminas e minerais pode ser indicado.
- Cuide da qualidade do sono: O descanso é necessário para a manutenção das funções do organismo. Durante o sono profundo, o corpo realiza processos de reparo celular e consolida na memória as experiências do dia. Manter uma rotina de sono, com um horário regular para deitar, um ambiente ambiente confortável, livre de fontes luminosas e de distrações, contribui para um sono reparador.
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- Estimule seu cérebro: Realizar atividades que estimulem a cognição, como leitura, exercícios de raciocínio lógico, jogos de tabuleiro e o desenvolvimento de novas habilidades (aprender uma nova língua ou a tocar um instrumento, por exemplo), ajudam a manter a mente ativa e retardam o avanço de doenças neurodegenerativas. Quando praticadas em grupo, essas atividades são ainda mais benéficas, porque promovem a criação e o fortalecimento de laços sociais.
- Controle o estresse: O estresse pode impactar negativamente nas funções do organismo, trazendo danos ao sistema imunológico, facilitando, assim, o surgimento de doenças oportunas, além de problemas de saúde mental, como ansiedade, e esgotamento físico. Altos níveis de estresse podem, ainda, acelerar o envelhecimento do corpo. Para controlar o estresse, são indicadas práticas como meditação, ioga e mindfulness, que promovem o bem-estar e ajudam na longevidade. O uso de suplementos com ginseng também é recomendado para diminuir os problemas causados pelo estresse.
Envelhecer com saúde, qualidade e dignidade é uma conquista a ser buscada diariamente. Quanto antes começarem os cuidados para a construção de uma velhice saudável, melhores serão os resultados.
Quer ter longevidade com qualidade de vida? Inclua o ginseng na sua rotina.
GEROVITAL® é indicado na prevenção e recuperação em casos de fadiga física e mental, atuando como adaptógeno. É indicado também na suplementação de vitaminas e minerais, nos casos em que existe a ingestão inadequada destas substâncias, devido a distúrbios gastrintestinais ou durante o período de convalescença pós-operatório. É contraindicado a pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula, não apresentando outra contraindicação quando administrado de acordo com o recomendado.
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NÃO USE ESSE MEDICAMENTO EM CASO DE DOENÇA GRAVE DOS RINS.