A construção do novo estádio do Flamengo enfrenta impasses. Uma tubulação de gás no terreno exige a realocação, gerando discussões sobre custos, que estão estimados em R$ 50 milhões, e responsabilidades entre o clube, a prefeitura e o governo estadual.
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Detalhes do projeto do novo estádio do Flamengo
O principal entrave seria a tubulação de gás da CEG (Companhia Estadual de Gás) que ocupa cerca de 3 mil metros quadrados do terreno. Isso impactaria cronograma e custos da obra. Com isso, a nova gestão do Flamengo resolveu encomendar um novo estudo de viabilidade econômica.
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Além disso, atualmente existe uma disputa política e de narrativas também externamente. Tanto o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, quanto o deputado federal Pedro Paulo, que apoiam publicamente a construção do novo estádio, disseram que a remoção da tubulação de gás não atrasa a obra, nem aumenta os custos.
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Já o Luiz Eduardo Baptista, o Bap, está com uma postura mais cautelosa e quer um estudo técnico detalhado. Depois que a Agenersa (Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico) formalizou que o avanço das obras depende da solução para a transferência da tubulação de gás.
O Flamengo está realizando um estudo para determinar como arcará com os custos da obra sem prejudicar seu desempenho esportivo ou se endividar. O prazo original de entrega do estádio, prometido pela gestão anterior para 2029, agora está em aberto.
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A nova gestão adiou a assinatura do termo final de compra do terreno do Gasômetro, aguardando os resultados do estudo da FGV (Fundação Getúlio Vargas). A previsão é que, em aproximadamente 100 dias de gestão (meados de abril), o clube divulgue novos números sobre custos, prazos e planejamento.
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*Pablo Brito é estagiário sob supervisão de Diogo Maçaneiro