Dunga ficou satisfeito com o resultado de 3 a 1 sobre a Venezuela. Mas quer mais. Para o treinador, a Seleção Brasileira que se apresentou no Castelão ganhou nota 8,5 na partida. A intenção é manter os pontos positivos e aprimorar o que for necessário:

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– Eu sou exigente. Se nós tivéssemos feito a metade (de gols) nas chances que criamos, seria nove. Como não conseguimos, 8.5 – apontou. – Foi um jogo bom e valeu pela apresentação. A gente quer manter isso e melhorar.

Com gols de Willian e Ricardo Oliveira, Brasil vence a Venezuela por 3 a 1

Confira mais respostas do treinador:

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Visão sobre a partida

“Nas Eliminatórias, não é novidade. É difícil. Nós jogamos contra o Chile lá e tivemos seis contra-ataques, e não conseguimos ser eficientes. Hoje nós conversamos, que queríamos ganhar, mas não de qualquer jeito, apresentando bom futebol. Pela nossa qualidade técnica. O Andrey (Lopes, auxiliar técnico) foi muito feliz quando apontou para os jogadores e disse aonde eles jogam. São grandes jogadores, referências nos seus clubes. O jogo foi desencadeado bem. Temos que dar parabéns ao torcedor, que entendeu bem o espírito do jogo. Quando estava 1 a 0, ele sentiu que estava mais tenso e começou a aplaudir a equipe. Foi um jogo bom e valeu pela apresentação. A gente quer manter isso e melhorar”

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O que agradou contra a Venezuela

“O Brasil jogou compacto, não perdeu bolas aéreas, ganhou. O que a gente quer é toque de bola, drible. Isso que o brasileiro gosta de ver. O jogador tem que ter personalidade. Isso a gente vai conseguir quando o torcedor nos apoiar até quando a gente errar. Hoje foi assim. Quando teve dificuldade, o torcedor apoiou. Aí o jogador fica mais confiante de tentar o drible, porque sabe que, se errar, não vai ser vaiado”

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Próxima partida, contra a Argentina

“Por enquanto, é descansar. Repousar. Acabamos de fazer um jogo importante, de conseguir três pontos. A partir de amanhã, pensar na Argentina. Estava com a cabeça lá dentro, nesse jogo. Ainda não dá para pensar (na Argentina)”

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Nota

“Eu sou exigente. Se nós tivéssemos feito a metade (de gols) nas chances que criamos, seria nove. Como não conseguimos, 8.5”

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Titularidade de Alisson

“A gente vai analisando jogo a jogo, (analisando) o adversário. A gente conversa muito sobre mudança de esquema, de tática, de sistema. E quando se faz uma troca, todo mundo fica espantado. Foi analisando treinamentos, analisando adversário. A virtude do adversário é bola longa, bola alçada na área. Já conhecia o Alisson do Internacional, então sabia que não teria problema”

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Resultados da Argentina, que não venceu, influenciam?

“Independente dos resultados. Sempre é difícil. Brasil e Argentina é uma eliminatória à parte. Vai ser difícil como sempre foi. Vamos ter que nos preparar. Lógico que vai ter pressão para eles, assim como vamos ter pressão. É diferente Brasil e Argentina. Quando a gente ganha é normal, quando a gente perde, caiu o mundo. Tem que saber conviver com essa pressão”

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*ZHESPORTES