O clima é de incerteza na assembleia dos professores, que acontece no CentroSul, em Florianópolis. Convocada para avaliar a proposta do governo do Estado de aumento salarial e descompactação da carreira, os profissionais estão insatisfeitos com o que foi oferecido por acreditarem que há dinheiro, mas falta vontade. Eles afirmam também que as autoridades não estão tratando a educação como prioridade.
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Depois da rejeição absoluta da proposta do governo, Joaninha de Oliveira, secretária de políticas sociais e de gênero do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), revelou como estão posicionados os profissionais em relação ao início de uma greve. 12 regionais que tiveram baixa adesão em suas assembleias – entre dez e 60 pessoas – decidiram acatar a decisão geral; outras dez se propuseram a “construir a greve”, ou seja, querem paralisar as atividades, mas não imediatamente. Quatro regionais são contra a greve e outras quatro desejam paralisar já as aulas.
Alguns professores se posicionam de forma mais inflamada em relação à questão, outros tentam acalmar os ânimos. A assembleia deve terminar por volta das 16h30, quando deve ser anunciada a decisão pelo início ou não da greve.
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