*Por Mateus Boaventura, repórter CBN Floripa
Depois da Devassa provocada pela Elephant, com WO e tentativa de exclusão da Série B em 2019, o Figueirense conseguiu a permanência na segunda divisão. Com Francisco de Assis Filho na transição, um novo grupo chegaria para tocar o futebol alvinegro a partir de 2020. Nomes vitoriosos do passado, com Norton Bopré na presidência e o apoio de Paulo Prisco Paraíso:
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-Para resgatar um local do Figueirense… de onde ele nunca deveria ter saído: do maior clube de Santa Catarina; de um dos grandes clubes do Brasil… me predisponho a participar pessoalmente no advento empresarial ,na constituição e na condução dos negócios junto à empresa após a eleição do Norton – revelou, à época, Prisco Paraíso.
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A pandemia agravou a situação financeira do clube. Ainda assim, o Alvinegro contou com a cota de série B e Copa do Brasil em 2020. Dentro de campo os resultados não vieram. Com algumas apostas, como a do treinador Elano e do diretor Luciano Sorriso, o Figueira terminou a temporada 2020 em 2021 por conta da pandemia. O rebaixamento a série C veio justamente no ano do Centenário.
Mesmo assim, o Figueira ainda teria a chance de retornar a segunda divisão em 2021. O técnico Jorginho foi mantido no cargo, mas o time não conseguiu sequer avançar a segunda fase. Restou a Copa Santa Catarina no fim do ano e o título que valia a Copa do Brasil veio.
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O ano de 2022 começou com o título da Recopa de Santa Catarina com o Figueirense vencendo de forma inédita o Avaí na Ressacada, conquistando um título no estádio do rival. Além disso, teve a solenidade de posse do conselho administrativo e do conselho fiscal da Figueirense Futebol Clube SAF, com o reaparecimento oficial do diretor executivo José Carlos Lages e Paulo Prisco Paraíso, efetivamente como presidente da SAF.
-Ao tempo que cumprimos a recuperação pagamos a dívida que foi consolidada gerar um recurso geral fã de necessário para o dia a dia do clube pro Figueirense jogar a B em 2023 e jogar a em 2024. Esse é meu objetivo – garantiu Prisco.
Na reta final da Série C a expectativa era o acesso. Mais uma vez os resultados não vieram na temporada e no último jogo do quadrangular decisivo da Série C, o Figueirense não conquistou o acesso por um gol.
2023 começou sem o técnico Júnior Rocha e com a contratação de Cristóvão Borges. O time caiu nas quartas de final do Catarinense. fora de Campo a recuperação extrajudicial não avançou e os investimentos não chegaram. a torcida foi convocada para ajudar:
-Esse PIX está à disposição de qualquer pessoa que quer ajudar o Figueirense. Com R$1, com R$ 10, com R$ 20, com R$ 50. Com aquilo que ele entender.
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O objetivo era não fechar as portas. Nesse ano e com ele dois treinadores – Roberto Fonseca e por último Paulo Baier – de novo, o Figueira não conseguiu o acesso. E agora, qual será a promessa para 2024?