Cristiano Ronaldo é uma máquina de quebrar recordes no futebol, mas fora dele, o “robozinho” também é um ícone. O empresário, garoto-propaganda, mais de 1 bilhão de seguidores em suas redes sociais, artilheiro e multicampeão agora também está prestes a renovar seu contrato no futebol árabe por cifras astronômicas.
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De acordo com o Diário Marca, da Espanha, CR7 deve renovar seu vínculo com o Al Nassr, da Arábia Saudita, por R$ 1,1 bilhão por ano, o equivalente a R$ 3,4 milhões por dia. Até aí tudo bem. Mas além disso, Cristiano Ronaldo também receberá 5% da propriedade do clube, como forma de confiança dos sauditas. Ou seja, ele será jogador e um dos donos de um clube grande, algo impensável até pouco tempo atrás.
Não terminou: ele também exigiu a contratação de reforços e o primeiro nome é do volante brasileiro Casemiro, com quem jogou no Real Madrid e no Manchester United. A transação entre Al Nassr e CR7, ainda não confirmada pelas partes, é tratada como “o contrato do século” pela imprensa europeia.
Cristiano Ronaldo tem contrato até o fim desta temporada com o Al Nassr e está livre para negociar com qualquer clube sem a necessidade de pagamento de multa, mas os dirigentes do seu atual clube parecem não querer perdê-lo, e mais, enxergam nele um sócio.
Não à toa. CR7 é um destruidor de recordes. Trata-se do maior artilheiro da Eurcopa, com 14 gols. Também ostenta o título de goleador máximo da história do Real Madrid, com 450 bolas na rede. Até mesmo Pelé ficou para trás. Cristiano é o maior artilheiro da história em partidas oficiais, com 917 tentos. Soma-se a isso seus 133 marcados por Portugal – a maior marca de um jogador por sua seleção – e os 140 na Liga dos Campeões da Europa. Números ainda não alcançados.
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