Florianópolis recebe uma etapa da Copa Davis pela sétima vez na história com o confronto entre Brasil e China, válido pelos playoffs do Grupo Mundial I. A competição deve movimentar ainda mais os bairros do Norte da Ilha, com impacto na arrecadação de impostos, ocupação hoteleira, além de empregos diretos e indiretos.
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O evento deve reunir mais de 2 mil pessoas no resort Costão do Santinho e, a nove dias da disputa, quatro lotes de ingressos chegaram a esgotar. Por causa da alta demanda pelos bilhetes, houve um ajuste do espaço e mais 150 lugares foram abertos na arquibancada superior oeste da quadra.
— São cerca de 150 empregos diretos, que podem quadruplicar, considerando as vagas indiretas. A gente projeta cerca de R$ 300 mil de ISS para o município. Em termos de leitos, a gente projeta que em torno de 1.100 leitos serão ocupados na cidade em função do torneio. Tudo isso é impacto econômico que o evento vai causar — explica o presidente da Confederação Brasileira de Tênis (CBT), Rafael Westrupp.
Confrontos da Copa Davis em Florianópolis estão definidos
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Segundo a organização, mais de 450 diárias foram reservadas pela Confederação para atender a equipe do Brasil, da China, da Federação Internacional, além dos presidentes das 27 federações do Brasil, os convidados e patrocinadores do torneio. Estas reservas foram feitas apenas no resort onde será a competição.
— No mês de janeiro o resort ficou com ocupação acima de 90% e isso permanece em fevereiro. A Copa Davis vai ser importante para complementar essa ocupação e para trazer o esporte para dentro do Costão — destaca Daniela Rocco, diretora comercial do resort.
Copa Davis será acompanhada de perto pela CBN Floripa neste fim de semana
De acordo com Westrupp, a Copa Davis em Florianópolis abre uma programação forte da modalidade em Santa Catarina, que deve movimentar outras cidades catarinenses em 2023.
— A gente tem o projeto de realizar o maior calendário de tênis internacional da história de Santa Catarina esse ano. Temos a Copa Davis, o Banana Bowl em Criciúma e Blumenau, em março, o ATP Challenger em abril e, até o fim do ano, mais dois torneios internacionais femininos — conta o presidente da CBT.
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