Além do sucesso esportivo do Brasil na Copa Davis disputada no Costão do Santinho, em Florianópolis, o evento também marcou pela sustentabilidade. Pela primeira vez no país, o torneio teve o Selo Carbono Zero.

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O selo é conquistado por meio de um cálculo que inclui a pegada gerada, por exemplo, da montagem e operação do evento, assim como as viagens dos atletas e das equipes técnicas. Dessa forma, são adquiridos créditos de carbono a partir de projetos certificados pela Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (UNFCCC).

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Por meio da Engie Brasil Energia, patrocinadora da Confederação Brasileira de Tênis, a pegada de carbono gerada no evento será compensada. Em entrevista ao Giro Total, no último domingo (05), Gabriel Mann, diretor de comercialização da companhia, explicou o processo para a descarbonização.

– Produzimos energia renovável por meio de energia hidráulica, eólica e solar e isso nos dá a possibilidade utilizar o que a gente chama de créditos de carbono, justamente o produto que estamos usando para compensar as emissões de gás carbônico na Copa Davis. O total de emissões que estimamos que o evento gerou é 100 toneladas de CO2 e nós vamos compensar isso a partir da geração renovável das nossas usinas – disse Mann.

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