Mais de um US$ 1 milhão vai ser distribuído nas 10 etapas brasileiras do circuito mundial de surfe em 2006. São quatro séries de eventos. A primeira começa em fevereiro com o Hang Loose Pro Contest entre os dias 6 e 12, em Fernando de Noronha (PE), seguido pelo Costão Pro – Floripa 2006, na Praia do Santinho, em Florianópolis, que vai estrear no calendário promovendo uma etapa masculina com nível máximo seis estrelas e ainda a primeira prova feminina da história do World Qualifying Series (WQS) – a divisão de acesso mundial – no Brasil, entre os dias 13 e 19.

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Em junho, são duas provas masculinas de nível cinco estrelas, no Espírito Santo – Brazil Open de Surf -, e Bahia – Billabong Costa do Sauípe. Em agosto, será a vez das meninas terem duas etapas seguidas, promovidas pela Billabong em Itacaré (BA), sendo uma do WQS e uma do World Championship Tour (WCT) – a elite mundial. E em outubro e início de novembro, serão repetidos os três eventos da perna brasileira de fim de ano, o Reef Classic, em São Sebastião (SP), o Onbongo Pro Surfing, que mudou de Florianópolis para Ubatuba (SP), e o Nova Schin Festival WCT Brasil, que vai até 8 de novembro em Santa Catarina.

– O Hang Loose Pro e o Costão Pro Floripa, etapas de cinco e seis estrelas do WQS, abrem a temporada dos eventos de elite do WQS, oferecendo cerca de R$ 600 mil de premiação em dinheiro, além de importantes pontos no início deste ano que promete ser de muita ação no continente sul-americano – disse o diretor-regional do escritório da Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) na América do Sul, Roberto Perdigão.

– O número máximo de 192 competidores permitidos nos eventos deste porte do WQS já foram alcançados em Fernando de Noronha e no Santinho e as disputas prometem ser de altíssimo nível técnico. Pela primeira vez na história do circuito mundial, um evento da ASP vai reunir surfistas das mais variadas nacionalidades, incluindo aí países como Marrocos, Itália, Porto Rico, Filipinas, Japão, Ilha Reunião, Nova Zelândia, Costa Rica, além dos tradicionais australianos, norte-americanos, havaianos, sul-africanos e brasileiros, rivais históricos na disputam pela hegemonia do ranking do WQS – completou Perdigão.

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