Como acabar com a troca de mercadorias feita de forma irregular que tem o envolvimento de empresários que adquirem produtos não originais, mas também com o consentimento de consumidores, que, parte das vezes, tem pleno conhecimento de que está comprando um produto pirata para pagar mais barato?

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Para combater o comércio ilegal, uma operação integrada com órgãos da esfera federal, estadual e municipal apreendeu cerca de R$ 1 milhão somente em confecções e calçados. Havia também uma grande quantidade de produtos eletrônicos retirados de circulação devido às irregularidades. Foram três galerias no Centro de Florianópolis com material apreendido – uma delas tinha 100% dos produtos atestados como falsificados.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Florianópolis, Lidomar Bison, acredita que essa tenha sido a maior apreensão de produtos piratas da história no município.

Os lojistas vão responder a um inquérito da Polícia Civil. O Ministério Público de Santa Catarina vai tentar identificar junto com a Receita Estadual para saber qual foi o histórico de venda do estabelecimento para que isso possa resultar em penas adicionais.

Ouça a entrevista com o presidente da CDL de Florianópolis, Lidomar Bison:

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