Restam apenas quatro dias para a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Com isso, Santa Catarina contará com representantes no Time Brasil e que contaram a expectativa para o início de mais uma edição de Olimpíadas.
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Catarinense aparece em lista de atletas que prometem fazer história em Paris 2024
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Rosamaria Montibeller
Rosamaria Montibeller, 30 anos, é natural de Nova Trento, e foi uma das confirmadas na convocação de Zé Roberto Guimarães para a seleção brasileira de vôlei feminino. Após a conquista do prata em Tóquio, a catarinense vem para a segunda participação em Jogos Olímpicos para buscar o ouro.
— Foi incrível, são poucos os atletas com oportunidade de disputar uma Olimpíada e logo na minha primeira foi especial por conquistar uma medalha. Está para sempre na minha história. Claro que depois de Tóquio, o nosso objetivo é buscar a medalha de ouro, mas sabemos o quanto vai ser difícil. Estamos nos preparando muito bem e intensamente para ir atrás dessa medalha dourada — avaliou Rosamaria.
Isadora Pacheco
A skatista Isadora Pacheco, natural de Florianópolis, será a representante de Santa Catarina no skate park feminino. Aos 19 anos, ela vem para a segunda edição de Jogos Olímpicos, sendo que ficou em 10º em Tóquio.
— A expectativa é muito boa. Eu quero mostrar tudo que eu estou aprendendo nos últimos anos andando de skate, quero acertar minha volta e me divertir com meus amigos — conta Isa Pacheco.
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Bruno Fontes
Aos 44 anos, Bruno Fontes é o mais experiente da equipe olímpica de vela do Brasil. A edição de Paris será a 4º Olimpíada na carreira. As duas primeiras, em Pequim e Londres, foram como atleta. Já no Rio de Janeiro, em 2016, ele participou como técnico. Apesar de ser natural de Curitiba (PR), o atleta foi radicado em Florianópolis.
— Eu quero fazer algo histórico que é representar o Brasil, tentar ganhar uma medalha quem sabe. Porém, o principal é a história, que já foi conquistada após ser técnico e voltar a competir aos 44 anos e isso me deixa muito feliz — complementa Bruno Fontes.
Matheus Corrêa
O blumenauense Matheus Corrêa se prepara para a 2ª Olimpíadas da sua carreira, após ficar em 48º de 60 atletas na edição de Tóquio 2020.
— A medalha é um sonho, com certeza. Mas hoje a ideia é competir tranquilo, sem pressão, sem peso, buscando fazer a minha melhor prova, performance e acredito que assim eu vou conseguir a minha melhor colocação possível — explicou Matheus Corrêa.
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Raquel Kochhan
Raquel Kochhan, de Saudades, será a capitã da seleção brasileira feminina de rugby e também disputou as Olimpíadas de Tóquio. Porém, ela fará história por ser a primeira brasileira a participar de uma edição após se recuperar de um câncer.
— Sempre existe uma oportunidade em cada desafio. Eu prefiro encarar situações dessa maneira. É essa mensagem que eu gostaria de levar para as pessoas — conta a capitã das Yaras.
Tainá Hinckel
Diferente de grande parte dos catarinenses nos Jogos Olímpicos, Tainá Hinckel, 21 anos, vai participar de uma edição pela primeira vez. Acostumada a treinar na tranquila Vila de Pescadores da Guarda do Embaú, em Palhoça, ela se prepara para Teahupoo, no Taiti, palco do surfe nessas Olimpíadas.
— Será a minha primeira Olimpíada da vida. Logo estou chegando para um lugar mágico e especial. O treinamento foi intenso e as expectativas são as melhores possíveis — avaliou Tainá Hinckel.
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Djenyfer Arnold
Natural de São Bento do Sul, Djenyfer Arnold vem para os Jogos Olímpicos após começar na modalidade em 2017. Desde então, foram cerca de sete anos treinando e competindo, sendo dois deles focados no ciclo olímpico. A estreia do triatlo nas Olimpíadas de Paris está marcada para dia 30 de julho.
— Uma sensação que não consigo descrever. É muita história por trás dessa vaga e também muitas pessoas que me ajudaram, nada disso foi conquistado sozinha. Eu acredito que as palavras que definem melhor o momento são orgulho e agradecimento — contou a representante do Brasil no triatlo.
Bruna Alexandre
Aos 29 anos, Bruna Alexandre é a brasileira com mais medalhas no tênis de mesa paralímpico. Além disso, ela marca história como a primeira do Brasil a disputar Olimpíadas e Paralimpíadas. Natural de Criciúma, ela venceu duas medalhas de bronze no Rio, em 2016, e uma de prata em Tóquio, em 2020, na categoria para atletas com limitações físicas moderadas.
— Eu pensava assim: Nossa será que eu posso sonhar com os Jogos Olímpicos? Porque é muito competitivo têm muitos atletas, mas eu fui sonhando aos poucos e quando eu vi, eu estou classificada — conta Bruna Alexandre.
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Pedro Barros
Natural de Florianópolis, Pedro Barros, 29 anos, ganhou a medalha de prata no skate park nos Jogos de Tóquio. Além disso, o skatista foi campeão mundial, em 2018, e vice em 2016 e 2017. Assim como também chamou atenção do mundo ao conquistar o 3º lugar no X-Games de Los Angeles, aos 14 anos.
Darlan Romani
O catarinense de Concórdia tem 33 anos e vai para sua terceira olimpíada em busca da primeira medalha no atletismo, com o arremesso de peso. Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, o catarinense chegou na final, após 80 anos que o Brasil não tinha chance de disputar uma medalha olímpica na modalidade. No entanto, Darlan acabou ficando com o 5º lugar e longe do pódio.
Eliane Martins
Veterana de Olimpíadas, Eliane Martins vai para sua terceira Olimpíada em Paris 2024, após marcar presença nas edições de Rio 2016 e Tóquio 2020. Ela conquistou a vaga como a 31ª de 32 vagas da categoria.
Em sua estreia olímpica, Eliane Martins atingiu a marca de 6 metros e 30 centímetros em sua última apresentação. Em Tóquio, a catarinense natural de Joinville ficou em 17º lugar com a marca de 6 metros e 38 centímetros.
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Geovana Meyer
Geovana Meyer é atleta do tiro esportivo na categoria carabina com três posições e também vai para sua primeira Olimpíada. Depois de ficar em segundo lugar no pré-olímpico, a atleta conquistou a vaga e deve representar o país na França.
Natural de Joinville, a atleta marca história por se tornar a primeira mulher a classificar o Brasil em uma prova de carabina.
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