Há poucos dias da largada para o Mundial do Ironman, em Kona, no Havaí, no próximo sábado, 14, a expectativa é alta. Afinal, estarão em ação as melhores do mundo na distância completa, que consiste em nadar 3,8km, pedalar 180km e correr 42km.

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Pela primeira vez a prova será apenas com mulheres no Havaí, por escolha da organização, que decidiu separar os mundiais. O masculino aconteceu em Nice, na França, em setembro, com título do jovem francês Sam Laidlow. Agora, chegou a vez de conhecer a grande campeã. 

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-As principais atletas, na minha opinião são a suíça Daniela Ryf, que já ganhou várias vezes essa prova, Taylor Knibb, uma americana, que vai fazer a primeira prova de Ironman, mas em prova de meio Ironman ela anda muito forte… a Lucy Charles (inglesa), que já foi várias vezes segunda colocada nessa prova, é uma das grandes favoritas. Anne Haug (alemã), ela já ganhou uma vez essa prova (2019), e a Kat Matthews (Grã-Bretanha) também acho que vem forte pra Kona – afirmou a manezinha Mari Andrade.

Mari conquistou o segundo lugar no Ironman Brasil 2023, disputado em Florianópolis, em maio, com o tempo de prova em 9h10min32seg. O segundo lugar no pódio rendeu à ela a vaga ao mundial em Kona, lugar que ela vai estar pela segunda vez, mas será a primeira vez como competidora.

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-Eu já estive em Kona em 2003, há 20 anos; eu tinha 16 e um de triatlo. Vim ser staff da minha treinadora na época, na primeira participação dela aqui em Kona, a Vanusa Maciel. E ela vem fazer essa prova, 20 anos depois. É muito especial. Essa prova com 16 anos me marcou muito, até hoje eu tenho ótimas lembranças e acaba até sendo um sonho pra mim né, voltar algum dia como atleta. Eu não esperava que ia demorar tanto, mas chegou minha hora – contou Mari.

Cerca de 2 mil atletas participam da competição, 55 delas profissionais, categoria da Mari. Junto dela, apenas mais uma brasileira na elite, Pâmela Oliveira, atual bicampeã do Ironman Florianópolis (2022 e 2023).

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-A meta principal é completar dando o meu melhor em cada uma das modalidades, superando as adversidades da Ilha, porque as distâncias são as mesmas, Ironman é uma distância padrão no mundo todo,  mas o que torna essa prova única e desafiadora é justamente essas condições climáticas e as elevações da Ilha – afirmou Mari.

Isso porque Kona é localizada em Big Island, a maior ilha do Havaí, de característica vulcânica. Ou seja, o calor e a alta umidade são os principais desafios impostos às atletas. Além disso, há ainda os fortes ventos, com rajadas que podem chegar a mais de 40km/h. 

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-Essas são as maiores dificuldades que a gente tem que enfrentar, por isso que a galera acaba chegando bastante tempo antes pra treinar nessas condições, adaptar o corpo e também tem a questão do fuso horário, que são sete horas a menos que no Brasil – completa. 

A Mari está em Kona desde o dia 30 de setembro, treinando e se adaptando com a ilha. Em poucos dias a catarinense estará largando no Mundial, o que significa realizar alguns sonhos como competir no Havaí, estar junto de atletas de alto nível e o principal, estar realizada com as próprias conquistas.

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