A família de Malo, o cão que foi esfaqueado na segunda-feira (18), acredita que ele morreu defendendo os dois filhotes durante o ataque, “porque foi o mais machucado e não resistiu”, disse Tamara Hoff, irmã de João Mário Dumoncel Hoff, tutor dos cães. As informações são do g1.
Continua depois da publicidade
Siga as notícias do NSC Total pelo Google Notícias
Malo, o cão mais velho, levou três facadas e seus dois filhotes também foram feridos. A fêmea, Gaya, levou uma facada e teve alta. O macho, Guapo, levou dois golpes, perdeu o baço e segue hospitalizado, segundo Tamara.
O agressor, um jovem de 18 anos, alegou ter agido após se irritar com os latidos, segundo a Polícia Civil. Conforme o tutor dos pets, os dois vizinhos já tinham problemas por conta do barulho dos cães. O suspeito foi preso por maus-tratos. O crime aconteceu quando o dono dos animais estava fora de casa.
A faca usada no ataque foi apreendida. De acordo com o delegado Cleber Tappi Serrano, o “crime bárbaro contra os animais” não permite fiança. Em depoimento, de acordo com o investigador, o preso admitiu ter esfaqueado os animais pois eles o irritavam há um ano.
Continua depois da publicidade
O crime de maus-tratos contra animais tem pena prevista de dois a cinco anos de prisão, conforme Serrano.
*Sob supervisão de Luana Amorim
Leia também
Quem é o engenheiro que largou trabalho formal para cuidar de 400 cães em SC: “Doei minha vida”