Bruno Covas (PSDB) foi reeleito prefeito de São Paulo nas eleições 2020, neste domingo (29). Ele disputou o segundo turno com o candidato Guilherme Boulos (PSOL). Até por volta das 19h, São Paulo contabilizava 93,68% dos votos apurados. Bruno Covas vencia com 59,45% e teve a vitória oficializada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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No primeiro turno, 13 candidatos disputaram a prefeitura da Capital paulista. O tucano Bruno Covas foi o mais votado, com 1.747.938 votos, o que equivale a 32,85%. Guilherme Boulos recebeu 1.077.168, o que representa 20,24% dos votos válidos. Como nenhum dos candidatos obteve a maioria absoluta dos votos e a cidade tem mais de 200 mil eleitores, a disputa foi definida em segundo turno.
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Bruno Covas, 40 anos, nasceu em Santos e começou na carreira política cedo. Filiou-se ao PSDB em 1998 e permanece no partido desde então. Ele já ocupou os cargos de deputado estadual e deputado federal. Em 2016, tornou-se vice-prefeito de São Paulo, na chapa de João Dória. Como Dória renunciou para se candidatar ao governo do Estado, Covas assumiu, portanto, a prefeitura da Capital em 2018.
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A Câmara Municipal da maior cidade do país é composta por 55 vereadores. O PSDB e o PT permanecem sendo os partidos com as maiores bancadas, com 8 vereadores cada, mas ambos perderam cadeiras em relação às últimas eleições. Já o PSOL triplicou o número de vereadores, de 2 eleitos em 2016 para 6 neste ano.
Veja a lista de vereadores eleitos em São Paulo
Eduardo Suplicy (PT), com 167.552 votos;
Milton Leite (DEM), com 132.716 votos;
Delegado Palumbo (MDB), com 118.395 votos;
Felipe Becari (PSD), com 98.717 votos;
Fernando Holiday (PATRIOTA), com 67.715 votos;
Erika Hilton (PSOL), com 50.508 votos;
Silvia Da Bancada Feminista (PSOL), com 46.267 votos;
Roberto Tripoli (PV), com 46.219 votos;
Thammy Miranda (PL), com 43.321 votos;
André Santos (REPUBLICANOS), com 41.584 votos;
Rute Costa (PSDB), com 41.546 votos;
Eduardo Tuma (PSDB), com 40.270 votos;
Sansão Pereira (REPUBLICANOS), com 39.709 votos;
Luana Alves (PSOL), com 37.550 votos;
Atilio Francisco (REPUBLICANOS), com 35.345 votos;
João Jorge (PSDB), com 34.323 votos;
Faria De Sá (PP), com 34.213 votos;
Carlos Bezerra Jr. (PSDB), com 34.144 votos;
Rubinho Nunes (PATRIOTA), com 33.038 votos;
Eli Corrêa (DEM), com 32.482 votos;
Donato (PT), com 31.920 votos;
Rodrigo Goulart (PSD), com 31.472 votos;
Alessandro Guedes (PT), com 31.124 votos;
Janaína Lima (NOVO), com 30.931 votos;
Adilson Amadeu (DEM), com 30.549 votos;
Tripoli (PSDB), com 30.495 votos;
Jair Tatto (PT), com 29.918 votos;
Celso Giannazi (PSOL), com 28.535 votos;
Dra Sandra Tadeu (DEM), com 28.464 votos;
Juliana Cardoso (PT), com 28.402 votos;
Toninho Vespoli (PSOL), com 26.748 votos;
Marlon Do Uber (PATRIOTA), com 25.643 votos;
George Hato (MDB), com 25.599 votos;
Aurélio Nomura (PSDB), com 25.316 votos;
Senival Moura (PT), com 25.311 votos;
Alfredinho (PT), com 25.159 votos;
Arselino Tatto (PT), com 25.021 votos;
Fabio Riva (PSDB), com 24.739 votos;
Isac Félix (PL), com 23.929 votos;
Camilo Cristófaro (PSB), com 23.431 votos;
Ricardo Teixeira (DEM), com 23.280 votos;
Edir Sales (PSD) 23.106 votos;
Ely Teruel (PODE), com 23.084 votos;
Marcelo Messias (MDB), com 23.006 votos;
Elaine Do Quilombo Periférico (PSOL), com 22.742 votos;
Gilberto Nascimento Jr (PSC), com 22.659 votos;
Eliseu Gabriel (PSB), com 21.122 votos;
Dr. Milton Ferreira (PODEMOS), com 20.126 votos;
Sandra Santana (PSDB), com 19.591 votos;
Danilo do Posto de Saúde (PODEMOS), com 19.024 votos;
Cris Monteiro (NOVO), com 18.085 votos;
Sonaira Fernandes (REPUBLICANOS), com 17.881 votos;
Paulo Frange (PTB), com 17.796 votos;
Missionário José Olímpio (DEM), com 17.098 votos;
Rinaldi Digilio (PSL), com 13.673 votos.