— Era para eu ser jogador de basquete, que foi a minha primeira paixão, mas um problema de patrocínio me levou para o vôlêi.

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Não sabemos se ele seria um bom jogador de basquete, mas sabemos o que Lucão é no voleibol. O central da seleção brasileira é o entrevistado do “CBN Diário, Caminho Para Tóquio” deste sábado (19).

Além da quase ida para o basquete, Lucão falou sobre carreira, suas referências e sobre o atual momento do vôlei brasileiro, que acaba de conquistar a Copa do Mundo. Quando perguntado sobre seus técnicos, Lucão se lembrou de um ícone do nosso voleibol:

— Tive grandes treinadores, mas o Bernardinho foi o cara que mais marcou a minha carreira. Conseguiu que eu mudasse de patamar, através de conselhos e muito treinamento.

Dentro de quadra, o maior parceiro é o levantador Bruninho, filho de Bernardinho. Jogaram juntos nas seleções de base e em muitos clubes, parceria que chegou à equipe principal do Brasil.

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— Temos uma ligação muito especial. Dentro e fora das quadras. Ganhamos muitas coisas juntos e ele é padrinho do meu filho. É o meu grande parceiro.

Apesar de já ter conquistado muito títulos, Lucão continua motivado e, aos 33 anos, não pensa em aposentadoria. Atualmente, joga no Taubaté (SP), atual campeão brasileiro sob o comando de Renan Dal Zotto:

— Tenho muito tempo pela frente. Quero ganhar mais uma medalha olímpica. Tenho um filho para criar. Espero jogar muitos anos ainda e aproveitar ao máximo o privilégio de jogar voleibol.