::: A atitude agressiva, de tomar as rédeas do jogo e ir para cima do adversário, foi um dos pontos positivos. O Figueirense foi para cima e criou boas oportunidades. Errou bastante, mas fez o goleiro Felipe, do CSA, trabalhar muito, sendo o melhor em campo.
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::: O time mais bem treinado em campo não era o Figueirense. O CSA, desde o início, mostrou um padrão de organização, com linhas próximas, tanto na defesa, quanto no ataque. A equipe alagoana não tem grandes valores individuais, mas tem muita organização. Sabe o que faz em campo durante os 90 minutos.
::: O Figueirense, em termos de organização, faz o básico. Jogou adiantando os laterais, usando volante como terceiro zagueiro, mas deixou muitos espaços no meio de campo. No segundo tempo, com a entrada de Jorge Henrique, o setor ficou ainda mais desequilibrado. O Furacão é uma equipe que depende cada vez mais do talento individual.
::: Falta competitividade ao time. Falei sobre isso no Debate Diário de sexta-feira e foi algo que se comprovou mais uma vez. O Figueirense, quando quer jogar no ataque, e entra em campo para jogar com o domínio da bola e do jogo, esquece de marcar, de competir quando não está com a bola. O time precisa partir da competitividade para a qualidade e tem que aliar as duas coisas.
::: A bola aérea defensiva em escanteios e faltas vem incomodando demais o Figueirense. Tem acontecido em muitos jogos. Recentemente o Figueirense tomou gols assim contra o Goiás, o Brasil de Pelotas, o Fortaleza e agora contra o CSA. É preciso treinare acertar.
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