A autorização para a modelagem financeira para o aprofundamento do canal externo da Babitonga pode ser concedida no início de 2025, ainda em janeiro. A indicação foi encaminhada após reunião do ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, com o governador Jorginho Mello, em Joinville. O ministro e o governador participaram da inauguração de obras da concessionária CCR Aeroportos no Aeroporto de Joinville.
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A liberação pelo Ministério dos Portos havia sido prevista para setembro, após reunião com participação do ministro e do governador, em Brasília. No entanto, iniciaram as tratativas de ampliar o prazo da concessão ao governo do Estado do Porto de São Francisco do Sul, como forma de assegurar que a modelagem para as obras não sofra riscos de descontinuidade no futuro. Houve outras pendências a serem tratadas.
Na conversa desta quinta, com participação do senador Beto Martins, Jorginho tratou da questão com o ministro, além de temas ligados ao Porto de Itajaí. Para Beto Martins, assim que o ministério conceder o sinal verde, o edital para dragagem do canal externo, a ser licitado pelo Porto de São Francisco do Sul, poderá ser lançado na sequência, em até 30 dias. Ele comandava a Secretaria de Estado de Portos e Aeroportos quando foi elaborado o formato para permitir as obras no canal – Beto Martins está perto de voltar ao cargo.
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As obras de aprofundamento do canal externo da baía da Babitonga serão bancadas por meio de parceria inédita no País: o Porto Itapoá banca as obras estimadas em mais de R$ 300 milhões, como antecipação das tarifas portuárias a serem pagas pelo terminal privado. A dragagem, já com licenciamento ambiental autorizado, vai permitir a passagem de cargueiros de maior porte, como 366 metros de extensão – ou até mais.
O canal é utilizado como acesso aos portos de São Francisco do Sul e Itapoá. Em outra iniciativa inédita, quase metade dos 12,8 milhões de metros cúbicos de areia que serão removidos do fundo do mar será usada no alargamento da orla nas praias Figueira do Pontal e Pontal do Norte, em Itapoá. O restante do material será depositado em região de descarte oceânico.
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