A disparada no recolhimento de materiais recicláveis fez a coleta seletiva ir para na conta da tarifa da limpeza urbana em Joinville. O serviço de recolhimento era custeado somente pelo repasse da prefeitura à concessionária, mas, a partir da próxima cobrança, no começo de 2025, passa a ser um dos fatores de cálculo, em lista que já conta com o número de passadas, tamanho do imóvel, se residencial ou comercial, bairros, entre outros.

Continua depois da publicidade

Entre na comunidade exclusiva de colunistas do NSC Total

O volume de recicláveis começou a crescer no ano passado, quando o valor dos materiais caiu e a coleta informal foi diminuindo na cidade – esse recolhimento era feito antes da passagem dos caminhões da coleta oficial. Em 2022, a média mensal em Joinville não chegava a 600 toneladas, o que provocava queixa de desabastecimento nas cooperativas que recebiam cargas da seletiva contratada pela prefeitura. A situação começou a mudar a partir do ano seguinte.

Em 2023, a média mensal subiu para 950 toneladas. Agora em 2024, com a coleta informal ainda em redução, está perto de 1,5 mil toneladas por mês, na média do ano. Em outubro, mês mais recente do último levantamento divulgados, ficou em 1,9 mil toneladas. Neste ano, as equipes da coleta seletiva foram ampliadas, após queixas de atrasos no recolhimento. Conforme a prefeitura, as equipes foram dobras e a frota de caminhões da seletiva cresceu 55%.

Até mais de 100%: como foi o avanço da frota de veículos nas cidades da BR-101 Norte

Continua depois da publicidade

Após alcançar 50%, rede de esgoto vai precisar de avanço inédito em Joinville

Como cidades na região de Joinville lideram no avanço de dois indicadores em SC

Com hidrovia e ferrovia “esquecidas”, rota em SC se mantém em rodovia de pista simples

Quantos empregos foram criados na maior cidade de SC em 2024

Plano Viário de Joinville sugere “estudos futuros” sobre novos eixos

Se tudo der certo, em quanto tempo pode ficar pronta nova rodovia litorânea em SC