A prefeitura de São José avalia que a cidade está mais resiliente a grandes volumes de água da chuva. Na comparação com o temporal de dezembro de 2022, que resultou em 100 desabrigados e que deixaram submersos os bairros Flor de  de Nápolis, Jardim Pinheiros, Forquilhinha e loteamento Benjamin, a avaliação é de que mesmo com mais chuva na semana passada do que em 2022, a cidade sofreu menos.

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A explicação estaria na prevenção. Entre 2022 e 2024, o município aplicou R$ 20 milhões. O projeto da Beira-Mar de Barreiros também prevê intervenção em toda a drenagem da região. Outra frente é o mapeamento das áreas de risco de deslizamento com drones pela Defesa Civil,  em parceria com o Ministério das Cidades.

Chuva em São José

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) registrou, na época, 231,4 mm de chuva acumulado em 24h. Desta vez, foram 282,7 mm acumulados. O volume de chuva na tarde de quinta-feira (16) poderia reservar para São José “uma tragédia”, segundo o executivo municipal. 

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Os alagamentos escoaram ao longo da madrugada nas margens do Rio Araújo em Barreiros, e na tarde seguinte em Flor de Nápolis e no Benjamin. Foram cerca de 400 famílias afetadas, mas apesar de mobilizado, o abrigo não foi utilizado. Uma das explicações, segundo técnicos da Defesa Civil, é investimento pesado em macrodrenagem e desassoreamento de rios.

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