Uma parceria entre médicos, hospital e a tecnologia traz uma ferramenta inovadora no tratamento das arritmias cardíacas para Florianópolis e consolida a cidade como um polo nessa especialidade.
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A fibrilação atrial é a arritmia cardíaca mais comum nos consultórios de cardiologia e carrega um risco de derrame cerebral e insuficiência cardíaca quando não tratada adequadamente.
Essa arritmia se manifesta como irregularidades no ritmo do coração mas pode também ser silenciosa e não trazer sintomas até a sua descoberta em fases mais avançadas. O principal tratamento dessa arritmia consiste num procedimento de cauterização dos focos de arritmia no coração.
A novidade é uma forma diferente de ablação (procedimento médico que consiste na destruição de células ou tecidos anormais em um órgão, por meio de métodos térmicos, químicos ou elétricos).
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Agora, ao invés de aquecimento das células cardíacas, realiza-se a eliminação da arritmia por uma corrente elétrica específica para as células do coração.
Isso traz maior eficácia, rapidez e segurança ao procedimento.
Poucos centros no Brasil possuem esse dispositivo e Florianópolis é um local importante no tratamento de arritmias e já possui uma máquina dessas sendo a primeira no Sul do país.
— Com a chegada da ablação por campo elétrico pulsado, Florianópolis se consolida cada vez mais como um centro brasileiro de referência em tratamento de arritmias cardíacas, elevando a qualidade e a segurança para os pacientes que realizam ablação — diz o médico cardiologista eletrofisiologista Alexander Dalforno, da Clínica Ritmo do serviço de eletrofisiologia do hospital SOS Cárdio, em Florianópolis.
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