O motorista da Grande Florianópolis e o usuário de ônibus têm toda a razão em serem céticos sobre qualquer promessa de mobilidade e novos modais e sistemas de transporte coletivo. São dez anos do Plano de Mobilidade Urbana (Plamus) e não temos nem os corredores de ônibus e tampouco os veículos rápidos (BRT). A integração segue uma miragem.
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Entretanto, é preciso acreditar em algo. O BNDES contratou o Observatório da Mobilidade da UFSC para que este veja quais os grandes projetos desta área que existem na região metropolitana de Florianópolis e atualize-os. Há uma negociação embrionária entre Governo de Santa Catarina e LabTrans, também da UFSC, para estudar a viabilidade de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Grande Florianópolis.
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O mesmo LabTrans está perto de ser contratado pela prefeitura de São José para diagnosticar e estabelecer a modelagem para o lançamento do edital, em 2025, do transporte municipal na cidade.
Teremos, enfim, estudos técnicos com propostas concretas e que deverão ser o fio condutor das políticas públicas de mobilidade e transporte de massa para as próximas décadas.
Caberá, contudo, aos governantes implementar o modelo.
E, à população e entidades, cobrar dos eleitos.
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