O futuro do complexo prisional da Agronômica, em Florianópolis, está na agenda do debate político. Nesta segunda-feira (25), o movimento Floripa Sustentável propôs uma discussão sobre o que fazer após a esperada e sonhada desativação da penitenciária enraizada em área densamente populosa da capital. Houve, inclusive, a apresentação de um painel “Espaço da Penitenciária – Cidade da Cultura, do Esporte e do Entretenimento Integrada à Bacia do Itacorubi”.
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O consultor ambiental Ike Gevaerd defendeu a conexão entre o Parque Manguezal, estuário Fritz Muller e o Morro da Cruz. Paulo Bornhausen, secretário de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos, disse; no almoço da entidade, que a cultura deve ser a prioridade.
Complexo prisional no bairro Agronômica, em Florianópolis
— A ideia não é transformar o local em um empreendimento imobiliário, mas um fio indutor desenvolvimento sustentável via cultura — disse.
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Em maio, o governador Jorginho Mello afirmou à coluna que serão criadas novas vagas para desativar o sistema e criar, onde hoje está a penitenciária, uma fazendinha, biblioteca e uma escola técnica.
O secretário municipal de planejamento e inteigência urbana, Michel Mittmann acredita que o projeto deverá estar baseado no conceito da sustentabilidade ecológica, social e econômica.
É salutar que a cidade comece a discutir qual deve ser a melhor vocação para o espaço nobre onde hoje está o complexo prisional. E que o debate seja propositivo e equilibrado, ouvindo comunidade e entidades.
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