A novela sobre as soluções para a crise de saneamento de Florianópolis e a falta de balneabilidade nas praias tem o projeto do emissário submarino como ponto divergente. A Casan, autora da ideia, defende a obra como a “única forma de dar balneabilidade definitiva, pois a ilha vai continuar crescendo”. A opinião é de Laudelino Bastos, indicado pelo governo Jorginho Mello para ser o próximo presidente da companhia.

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A prefeitura de Florianópolis não concorda com o projeto, que enfrenta muita resistência dos moradores. A tubulação sairia na região do Novo Campeche, Sul da Ilha, para o alto mar.

Laudelino, em conversa com a coluna, disse que considera o emissário uma solução viável mas ainda aguarda os estudos técnicos que ainda serão debatidos com a prefeitura.

— Nós daremos total apoio à prefeitura para ampliar o saneamento em Florianópolis — disse Laudelino.

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Veja as justificativas técnicas

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