Os congestionamentos na BR-101 encarecem em 30% o custo do frete. A informação consta em um estudo que será divulgado nesta segunda-feira (21) pela Federação dos Transportadores de Carga de Santa Catarina (Fetrancesc).

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— Essas filas representam um prejuízo enorme para o setor. Um caminhão produz menos em função dos gargalos no trânsito e a sociedade toda para a conta — diz o presidente da entidade, Ari Rabaiolli.

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O estudo foi feito em parceria com a Unisul e analisou 298 quilômetros entre Criciúma e Navegantes. De todo esse trecho, 115 kms são considerados críticos, entre Florianópolis e Itapema e as regiões de Porto Belo, Balneário Camboriú, Barra Velha e Tijucas.

A Fetrancesc defende a construção de um rodoanel para aliviar o trânsito na região de Barra Velha, Tijucas e Porto Belo.

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O custo fixo do frete é R$ 100 por hora. Sendo assim, quanto mais tempo o caminhão ficar retido na estrada, mas caro fica o custo do transporte.

Além do prejuízo financeiro, há o custo ambiental. 

O estudo aponta que a cada três deslocamentos entre Criciúma e Navegantes é necessário plantar uma árvore para compensação ambiental.

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