A Havan fez uma oferta para comprar a Villa Renaux, como é conhecido um casarão histórico em Brusque que serviu de lar para o ex-cônsul Carlos Renaux, primeiro intendente (cargo na época equivalente ao de prefeito) da cidade. O imóvel está ligado à Fábrica de Tecidos Carlos Renaux, fundada pelo imigrante alemão e que teve a falência decretada em 2013.

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A empresa apresentou em novembro do ano passado, nos autos do processo de falência, uma proposta de R$ 8 milhões pelo imóvel. Diante da oferta, o juiz Uziel Nunes de Oliveira, responsável pelo caso, determinou que a leiloeira Elizabete Ubialli providenciasse uma avaliação judicial da casa. Ela informou na última sexta-feira (24) que aceitaria o encargo e já iniciou os trabalhos.

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Ao manifestar o interesse no imóvel, a Havan lembrou que já comprou, em 2017, o parque fabril e outros imóveis que pertenciam à fábrica. Na época, a empresa ofereceu R$ 37 milhões pelos bens em leilão. Tudo já foi quitado. A Villa Renaux é o último ativo ligado à companhia têxtil. Há, porém, uma disputa judicial entre a massa falida e um dos herdeiros da família Renaux envolvendo o direito à propriedade da casa.

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A varejista sinaliza que, assim como fez com outros imóveis antigos da Renaux, pretende restaurar e preservar o valor histórico da casa, inclusive com a possibilidade de permitir o acesso público para visitação, desde que com agendamento prévio.

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Já faz algum tempo, e não é segredo, que Luciano Hang sonda o imóvel, construído em 1932 e que, segundo historiadores, teria sido a primeira casa de Santa Catarina a ter sistema de ar-condicionado. Procurada para comentar o assunto, a empresa não deu retorno até o momento da publicação.

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