Numa cidade com muito mais carros do que espaço para circulação, onde a frota triplicou nos últimos 15 anos e poucas vias foram abertas ou duplicadas, qualquer espaço entre os veículos num congestionamento pode ajudar ou atrapalhar enormemente.
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Nos dois últimos dias, sempre pegando os engarrafamentos da cidade, o leitor Roque Rosseto decidiu olhar mais atentamente aqueles motoristas que ficam distantes mais de 40 metros (sem exagero) do carro da frente. Segundo ele, a maioria dos motoristas está olhando para baixo, geralmente teclando o celular. Essa “distância segura” maior que o necessário para não bater no carro da frente acontece pela falta de atenção ao fluxo?
Na mesma linha de raciocínio
Da mesma forma, o leitor Marcos Rocha relatou episódio semelhante, no qual sentou-se na calçada da Avenida Engenheiro Max de Souza, em Coqueiros, e ficou observando. Segundo ele, é impressionante: motoristas muito acima da velocidade (inclusive ônibus, vale ressaltar), inúmeras pessoas com celular ao volante (seja escrevendo ou enviando áudios) e, consequentemente, situações de quase colisão a cada cinco minutos. Segundo ele, “foi assustador”, para dizer o mínimo.
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