A Associação de Pequenas, Micro e Médias Empresas de Joinville e Região (Ajorpeme) está atenta aos impactos da pandemia do Coronavírus nas micro e pequenas empresas.

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– Observamos que a situação é crítica, principalmente, para as áreas de turismo, educação infantil e eventos. Todos esses setores estão com as atividades paralisadas desde a publicação do primeiro decreto estadual e não receberam nenhum auxílio do governo. Uma das soluções, a curto prazo, seria a tributação diferenciada para essas áreas afirma Adael dos Santos, presidente da Ajorpeme.

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De acordo com o presidente, um importante passo para a sustentabilidade dos pequenos negócios é o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Porém, o programa encontra obstáculos em sua execução:  – Os R$ 15,9 bilhões disponibilizados para MPEs já esgotaram. O Senado aprovou o acréscimo de R$ 12 bilhões ao projeto, mas precisamos garantir que o crédito chegará na ponta, em quem realmente precisa..

Segundo o estudo “Crédito para os pequenos em tempos de pandemia”, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o valor do Pronampe representa apenas 6,18% do volume total de crédito que as pequenas empresas necessitam para superar a crise.

– A situação na área da saúde é delicada, mas este é o momento também de preservarmos os empregos para salvar a economia. Para que isso aconteça, precisamos de um apoio maior do poder público. Sem crédito, as empresas vão fechar as portas.

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