A CBF divulgou nesta segunda-feira os áudios do VAR do lance de pênalti marcado em campo na partida entre Vila Nova x Avaí e anulado com a interferência do árbitro de vídeo e uso das imagens. O lance ocorreu ainda no primeiro tempo, quando o Avaí já ganhava por 1 x 0 e teria, portanto, a chance de fazer uma vantagem maior no placar.
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Em campo, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza marcou a penalidade com convicção e rapidez. Na cabine do VAR a inferência com uma força de convencimento usa inúmeros argumentos para convencer o árbitro a anular a marcação. O VAR Adriano de Assis Miranda, do quadro de São Paulo, admite que a bola bate no braço do camisa número 6, o lateral do Vila Nova, Rhuan, “que tá aberto e ele tá tentando tirar” – observa o árbitro de vídeo.
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Mas na sequência vem toda uma argumentação que não faz nenhum sentido, apresentando conceitos novos ao que o torcedor já conhecia sobre interpretações de mão na bola/bola na mão. “Ele não endurece esse braço”, ou ainda “ele não engessa esse braço”, e finaliza com a pérola “o braço dele tá todo mole”.
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Ao final ainda assina a interferência indevida com a frase “perfeito, Flávio. Ótima decisão”, no momento em que o árbitro de campo se dá por convencido que o que ele viu no campo não foi o que ele viu.