A entrevista do executivo de futebol do Figueirense, Marco Aurélio Cunha, no desembarque da equipe após a derrota de goleada para o Náutico, estabeleceu uma nova conversa com o torcedor alvinegro sobre realidades, dificuldades e ambições do time ainda nesta temporada.
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Foi um belo ajuste de discurso ao balde de água fria derramado pelo outro executivo, o administrativo, Enrico Ambrogini, na entrevista coletiva do início de junho.
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O futebol é movido pela paixão. Essa conexão com o torcedor e com os anseios e expectativas dele é que faz mover. O torcedor sempre acredita, mesmo que saiba racionalmente que o time tem chances reduzidas. E esse acreditar é que faz ir ao estádio, se associar, que a essência do exercício de “torcer”.
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Marco Aurélio Cunha sabe disso, pois vem da cultura de um clube extremamente vencedor e cobrado, que é o São Paulo. Por isso deixou claro em expressões como “nós não vamos jogar a toalha” ou “eu ainda acredito na classificação”, quando se referia a esta primeira fase. É isso! Mesmo que os investimentos possam ser maiores somente em 2025, o ano atual está em campo, a Série C é difícil, mas é fraca, e o Figueirense tem sempre a obrigação de lutar muito e até o final.
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E isso não é enganar o torcedor. É apenas dizer a ele que o clube vai trabalhar com todos os seus esforços possíveis para atingir a meta que o torcedor espera. MAC chegou em dezembro com respaldo absoluto e confiança plena do torcedor alvinegro. É respeitado e deveria comunicar mais com a torcida. Aliás, sobre futebol, a conversa deveria ser só com ele.
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