Quando a Chapecoense contratou Gilmar Dal Pozzo, o time era 18º colocado na Série B e estava quatro pontos atrás do primeiro time fora da zona de rebaixamento. Mais do que isso, era um time sem confiança que não conseguia sequer vencer jogos em casa.
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O cenário era desafiador e parecia que dificilmente seria revertido. Mas, além de Gilmar Dal Pozzo, a Chapecoense foi buscar de volta executivo João Carlos Maringá a pedido do treinador. E se fechou na recuperação da sua identidade no vestiário, que já contava com o ex-atleta e capitão Rafael Lima. Era um caminho e na época escrevi que o resgate da identidade poderia salvar a Chapecoense.
Fotos: A Chapecoense de Gilmar Dal Pozzo e a permanência na Série B
Gilmar Dal Pozzo chegou na Chapecoense para sua quarta passagem com o discurso firme e em nenhum momento vendeu ilusão. Prometeu um time que iria lutar no jogo a jogo, que ia enfrentar as dificuldades de toda pressão, mas que iria retomar o espírito de competitividade, que é marca da Chapecoense. E foi assim…
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A Chapecoense não teve grandes apresentações sob o comando de Dal Pozzo, mas voltou a pontuar, voltou a vencer em casa, como neste domingo contra o Coritiba. Teve muita luta para fazer os resultados que precisava. Antes de Gilmar, foram apenas quatro vitórias e 20 pontos somados em 22 rodadas. Com Gilmar foram, até agora, 15 jogos, com sete vitórias e 24 pontos somados para garantir a permanência na Série B.
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Gilmar Dal Pozzo conquista mais uma vez o objetivo com a Chapecoense. Tem valor de acesso, como em 2022. O mesmo Gilmar que trouxe a Chapecoense da Série C para a Série B, em 2012/2013 e que levou a Chape à elite de 2013 para 2014. É muita história na Arena Condá. A fila do “obrigado” tem que dar voltas no estádio. Por isso que escrevi mais cedo e voltar a pedir: podem encomendar a estátua de Dal Pozzo! Ele merece.