O desafio do atacante Alef Manga, do Avaí, para o Catarinense 2025, foi imposto e revelado pelo pai dele na entrevista de apresentação: fazer 15 gols no Estadual. É uma meta ousada, mas está do tamanho da ambição do Avaí, que é ganhar o campeonato, e também de acordo com a missão de carreira de Alef Manga como atacante.

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Os números históricos do Campeonato Catarinense revelam como a meta do pai de Manga é ousada. Nos últimos 24 anos, desde 2001 portanto, apenas seis artilheiros do Estadual atingiram ou ultrapassaram esta marca. Mais recentemente, de 2012 pra cá, somente um artilheiro do campeonato teve 15 gols.

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Os seis artilheiros desde 2001 com 15 ou mais gols são Mahicon Librelato, pelo Criciúma em 2001, com 26 gols; Maurício, do Atlético de Ibirama, em 2007, com 16 gols; Vandinho, do Avaí, em 2008, 21 gols; Bruno Cazarine, da Chapecoense, em 2009, com 17 gols; Lima, do Joinville, em 2011, com 17 gols; e Perotti, da Chapecoense, em 2021, com 15 gols.

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Como se percebe, os grandes artilheiros são raros. É preciso registrar também que a diminuição do número de jogos foi significativa. Em 2001, o Criciúma, vice-campeão, jogou 26 partidas. Este ano os finalistas vão jogar 15 vezes. No ano passado, o artilheiro foi Poveda, do Avaí, com oito gols.

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A missão dada pelo pai de Alef Manga impõe a ele uma média alta. Se o Avaí for finalista, Manga tem que ter uma média de um gol por jogo para completar 15 gols em 15 partidas. Se o Leão não chegar à final, a média precisa ser ainda mais alta. O desafio está lançado pra ele. E foi o próprio pai que colocou a pressão. O torcedor certamente já anotou e, mesmo que não tenha sido uma promessa do atacante, vai lembrar. É do futebol!

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