Santa Catarina encerrou o mês de novembro com receita de US$ 1,04 bilhão nas exportações, 12,6% mais do que no mesmo mês do ano passado. Os produtos que mais colaboraram para esse resultado foram proteína animal e industrializados como motores elétricos e partes de motores. De janeiro a novembro, as exportações de SC chegaram a US$ 10,66 bilhões, com crescimento de 0,3%.
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As importações alcançaram em novembro US$ 2,9 bilhões, com crescimento de 15,5% em relação ao mesmo mês de 2023. No ano, as importações chegaram a US$ 30,99, com alta de 12,8% em relação aos mesmos meses de 2024. Os dados foram levantados junto à Secretaria de Comércio Exterior pelo Obsevatório Fiesc.
O maior faturamento com exportações em novembro foi obtido com venda de proteínas. As carnes de aves alcançaram receita de US$ 182,3 milhões, 17,6% mais frente ao mesmo mês de 2023. A carne suína somou US$ 146,32 milhões, com acréscimo de 22,4% na mesma comparação.
Em terceiro lugar vieram as exportações de motores elétricos, com receita de US$ 57,55 milhões, 22,5% mais. Na quarta colocação ficaram as partes de motores, com receita de US$ 41 milhões.
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O Observatório Fiesc chamou a atenção para o comportamento diferente da soja, que no ano passado surpreendeu com vendas altas quase o ano todo. Desta vez, somaram US$ 21,9 milhões em novembro, com queda de 74,9% frente ao mesmo mês de 2025. De janeiro a novembro, a redução nessas vendas ficou em -20,6%. De acordo com a economista do Observatório, Camila Morais, esse recuo foi em função de exportações menores e preços menores.
Um grupo de produtos que exportou mais foi o de madeira serrada. Aumentou em 9% no ano e as oras de carpintaria para construção cresceram 10,6%.
Nas importações de novembro, os destaques foram cobre refinado com US$ 120 milhões, fertilizantes nitrogenados US$ 76,9 milhões, partes e acessórios de veículos somaram US$ 74,2 milhões e pneus de borracha US$ 59 milhões.
Os maiores mercados de SC lá fora em novembro foram os Estados Unidos com compras de US$ 1,6 bilhão, com alta de 2,1%, e a China com US$ 1,18 bilhão, sendo -25,3%. Na sequência, vieram México e Japão. Nas importações, a primeira é a China e os EUA são os segundos maiores vendedores para SC.
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