Entrou em ação hoje pela manhã na ocorrência de sequestro com refém em Florianópolis o grupo Cobra. Trata-se de uma unidade de policiais militares dentro do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) com mais de 20 anos de existência e especializada em situações de altíssimo risco.

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Após cerca de três horas, os policiais conseguiram concluir a missão preservando as vidas do refém e do chamado “tomador de refém” (um ex-funcionário de um estaleiro, que se entregou), fizeram a prisão e a apreensão da arma.

A sigla Cobra significa Comando de Operações de Busca Resgate e Assalto. O grupo atua dentro do Bope e tem atuação fundamental nas situações de crise com reféns, explosivos, além de caçadas com quadrilhas violentas que se embrenham em matas na fuga como os assaltantes de bancos.

De acordo com o comandante-geral da PM, coronel Araújo Gomes, o Cobra chegou ao local, no Estreito, após ser acionado pelo batalhão local da área. Na equipe do Cobra havia PMs que agem de forma tática, um sniper (atirador de elite) que ficou posicionado e negociadores treinados.

Fazer o perfil do tomador de refém e a estratégia de ação foram os primeiros passos no local. A todo tempo, segundo Gomes, o homem mantinha uma arma apontada para a cabeça da vítima, o que causou ainda mais apreensão. Felizmente, houve atuação com sucesso nas negociações e o desdobramento com vidas garantidas.

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– Esse negociador (um sargento) que atuou hoje tem bastante tempo de experiência em operações especiais e voltou de um treinamento que é considerado um dos melhores do Brasil, no Paraná, no ano passado – destacou o comandante.

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